Brasil ocupa quinta posição no mercado mundial de PCs, diz IDC
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O Brasil encerrou 2007 na quinta posição no mercado mundial de PCs, com 10,7 milhões de computadores vendidos, revelou a IDC nesta terça-feira (19/02).
O total de máquinas vendidas no período representa crescimento de 38% sobre os números de 2006, segundo o Brazil Quarterly PC Tracker. O País deve chegar ao terceiro lugar do ranking até o fim de 2010, aponta a consultoria.
Em 2006, o Brasil estava na sétima posição em vendas mundiais e em 2005 na oitava posição, informa Reinaldo Sakis, analista sênior de mercado da IDC Brasil.
No ranking da América Latina, o Brasil vence com espaço - representando 47,3% do volume total de computadores vendidos a região. Em segundo lugar ficou o México, com 19,5%.
No mercado de PCs, estão à frente do Brasil os Estados Unidos, com 64 milhões de unidades vendidas, China, com 36 milhões, Japão, com 13 milhões, e Reino Unido, com 11,2 milhões. A Índia ocupa a nona posição, com vendas de 6,4 milhões de PCs.
Os brasileiros ainda preferem comprar desktops - foram 9,1 milhões de unidades vendidas em 2007, 28% a mais do que em 2006.
As vendas de laptops, embora não representem uma grande fatia do total, cresceram 153% em 2007 - mais de 1,5 milhão de notebooks vendidos no período -, graças aos preços acessíveis.
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A participação do mercado informal de PCs caiu para 46,4% em 2007, contra os 50,8% apresentados em 2006, segundo a consultoria.
Os dados da IDC diferem do balanço da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), com base nos dados da consultoria IT Data.
A metodologia de pesquisa da IT Data se baseia em componentes de microcomputadores importados pelo mercado brasileiro. Segundo a consultoria, o Brasil comercializou 9,98 milhões de microcomputadores em 2007 - crescimento de 21,4% sobre as vendas de 2006.
A metodologia da IDC se baseia em entrevistas e dados de varejistas, distribuidores e fornecedores de componentes. A classificação de mercado cinza envolve empresas que não trabalham com PPB (Processo produtivo Básico), informa Sakis, da IDC.


