Cinco lições surpreendentes sobre cloud computing para os gestores de TI
2010 foi o ano em que a "computação na nuvem" (cloud computing) se tornou apenas “nuvem” (cloud), e todos perceberam que “nuvem”, “SaaS” e todos os outros XaaS (PaaS, IaaS, DaaS) eram implementações diferentes da mesma ideia – um conjunto de serviços de computação disponíveis online que se podem expandir ou contrair de acordo com as necessidades.
Nem toda a confusão foi esclarecida, claro. Mas, vendo os serviços específicos oferecidos pela Amazon, Microsoft, Oracle, Citrix, VMware e uma série de outras empresas, muitos profissionais de TI puderam ter uma ideia mais concreta do que a “nuvem” é realmente.
Cinco aspectos se tornaram mais claros até mesmo para os mais experientes gestores de TI. São eles:
1. Nuvens “externas” e “internas” não são tão diferentes
No início de 2010, a questão mais comum era se a nuvem deveria ser inserida no firewall ou contratada fora.
Uma vez que os mesmos dados e aplicações empresariais migrem para a nuvem, interna (em servidores dentro do firewall) ou pública, a empresa proprietária dos dados enfrenta o mesmo risco. Razão pela qual muitas empresas estejam apostando mais em nuvens “híbridas” do que apenas internas ou públicas, de acordo com o guru da virtualização da Gartner, Chris Wolf.
“Com as nuvens internas, tem-se uma determinada quantidade de benefícios desde a partilha de recursos e eficiência, mas não se tem a elasticidade que é o real motivo para a venda da nuvem”, explicou Wolf à CIO.com.


