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09 de julho de 2009
telecom
Banda Larga

Pane na banda larga: brasileiro é vítima da falta de concorrência

Por Daniela Braun editora executiva do IDG Now!

Publicada em 20 de maio de 2009 às 20h40
Atualizada em 03 de julho de 2009 às 09h22

São Paulo – Sem opção ou regras mais rígidas de garantia de serviço, brasileiro é refém da instabilidade na banda larga dizem especialistas.

web-quebrada-88.jpgEsta semana, o serviço Speedy, da Telefônica*, voltou a apresentar instabilidades deixando usuários do Estado de São Paulo sem acesso à internet pela terceira vez em menos de um ano. O volume de acessos em banda larga pela tecnologia ADSL, entretanto, mantém um crescimento bastante estável.

Somente a Telefônica observou um crescimento de 100 mil usuários na base de assinantes do Speedy entre dezembro de 2008 (2,55 milhões) e março deste ano (2,65 milhões).

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Em São Paulo – Estado que concentra 39,7% das conexões de banda larga do Brasil – o ADSL da Telefônica registrou 66,1% de participação, e o acesso a cabo ficou com 33,8% em dezembro de 2008, segundo a consultoria International Data Corporation (IDC) Brasil.

tabelo02.jpg

No País, as conexões via ADSL cresceram de 5,93 milhões, no primeiro trimestre de 2008, para 7,25 milhões, no primeiro trimestre de 2009. No mesmo período, o volume de conexões via cabo saltou de 1,94 milhão para 2,75 milhões.

Falta de opção
Apesar da expansão do acesso em banda larga 3G, no último ano, o serviço que conquistou 4,6 milhões de usuários, segundo o portal Teleco, também coleciona reclamações por conta da instabilidade. “Ele ainda é uma opção complementar para quem já possui banda larga fixa”, observa Paulo Bruder, analista de telecom da IDC Brasil.

“Hoje temos duas opções no mercado [acesso a cabo e ADSL] e as duas têm problemas”, observa Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco.

tabela_01.jpg

A tecnologia ADSL continua conquistando usuários porque chega até eles. “A grande vantagem é a capilaridade” aponta Bruder. Por utilizar a mesma infraestrutura de telefonia, o ADSL requer, basicamente, que os equipamentos da central telefônica mais próxima sejam adaptados para o acesso à internet.


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12 comentário(s)
Ajato nao e a mesma
Luciano - 03 Jul 2009, 09h22
AJato não é mais a mesma
Mauro - 09 Jun 2009, 11h55
CANCELA? Desculpa aí, Belfort...
Orion - 09 Jun 2009, 10h52

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