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21 de setembro de 2009
telecom
Banda Larga

Banda larga pela rede elétrica chegará a São Paulo em 2009

Por Vinicius Cherobino, editor assistente do Computerworld

Publicada em 13 de novembro de 2008 às 15h30
Atualizada em 14 de novembro de 2008 às 10h19

São Paulo - AES Telecom não competirá diretamente no mercado. Oferta de PLC será feita para os atuais provedores de acesso do Estado.

Conforme adiantado pelo Computerworld em setembro deste ano, a AES Telecom vai oferecer banda larga pela rede elétrica em São Paulo já em 2009.

O modelo de atuação será híbrido. Usando a rede de dois mil quilômetros de fibra ótica na cidade de São Paulo, a AES vai adicionar banda larga pela rede elétrica (PLC ou BPL) apenas na última milha, ou seja, abaixo da rede de média tensão.

A AES Telecom deixou claro que não pretende atuar diretamente oferecendo banda larga pela rede elétrica para os usuários e empresas. Segundo Teresa Vernaglia, diretora geral da subsidiária de telecom, a AES Telecom não tem interesse em concorrer com as operadoras. “Não vamos competir com nossos clientes”, garantiu.

A oferta comercial de banda larga pela rede elétrica está pendente pela falta de definições da Anatel. Teresa Vernaglia estima que este vácuo regulatório será resolvido a tempo de o PLC chegar aos clientes no primeiro trimestre de 2009.

Velocidade e preço
Em relação à velocidade, a empresa garantiu que o acesso real por prédio fica em 80 Mbps, que será dividido entre os clientes naquele determinado edifício. Os valores, contudo, variam conforme o projeto e os clientes.

Segundo Teresa Vernaglia, a velocidade que pode ser oferecida hoje via rede elétrica é equivalente às outras formas de acesso. “Um diferencial é que o BPL mantém a mesma taxa de download e upload. Isso com a vantagem de não precisar passar novo cabeamento”, disse.

Sem revelar o preço final para os usuários, a executiva garantiu que o preço da PLC será “equivalente” aos das ofertas de ADSL ou cabo, mas não divulgou números.

Teresa Vernaglia garantiu que a AES Telecom não trabalha com exclusividade de fornecedores de equipamentos, como modens, para o PLC. Segundo ela, a possibilidade da fabricação nacional dos equipamentos aumenta as possibilidades de sucesso da tecnologia.


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1 comentário(s)
Ou baixo o preço ou ...
Ronaldo Luis - 14 Nov 2008, 10h19

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