Android e iPhone tiram operadoras de campo em criação de aplicativos
Por IDG News Service/EUA
Publicada em 23 de setembro de 2008 às 08h00
Atualizada em 23 de setembro de 2008 às 15h38
O iPhone da Apple e a App Store são o modelo da futura indústria de software. A Apple age como um portão de entrada para os aplicativos para iPhone, controlando seu próprio SDK (kit de desenvolvimento de software) e exercendo algum controle sobre o que está na App Store, mas não é tão rigorosa quanto uma operadora ao montar um pacote. Este modelo se revelou um grande sucesso, registrando mais de 100 milhões de downloads desde seu lançamento em julho. Mais lojas como esta estão a caminho, de acordo com os executivos da indústria.
"Usuários terão definitivamente muitas fontes para buscar aplicativos e conseguir as experiências que quiserem", disse John O'Rourke, gerente geral de fornecedores de softwares independentes da Developer and Competitive Strategy, da Microsoft.
O Google vai ainda mais longe que a Apple e sua App Store, deixando os desenvolvedores totalmente livres para distribuir seus próprios softwares sem certificação de ninguém.
A liberdade é a raiz das preocupações por parte de alguns observadores, pois desenvolvedores, incluindo os que atuam nas operadoras que estão construindo programas baseados no Android, poderiam alterar tanto a plataforma que ela iria 'despedaçar'. Se cada aplicativo Android não puder funcionar em qualquer telefone Android,, o esforço perderia seu valor. O Mobile Linux já sofre críticas por isso.
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