Android e iPhone tiram operadoras de campo em criação de aplicativos
Por IDG News Service/EUA
Publicada em 23 de setembro de 2008 às 08h00
Atualizada em 23 de setembro de 2008 às 15h38
Um executivo da AT&T disse no início do mês que está tarde demais para as operadoras pegarem o papel principal no desenvolvimento de novos aplicativos. "Nós perdemos o barco", disse Roger Smith, diretor de serviços da próxima geração de telefonia móvel.
O líder da rival Verizon Wireless, que lançou uma iniciativa neste ano para abrir sua rede a dispositivos e aplicativos de terceiros, pareceu aliviado em 'passar controle'.
"Nós não poderíamos segurar toda essa inovação e fazer todas essas apostas, treinar toda essa gente e assumir todas as despesas desse negócio", disse o presidente e CEO Lowell McAdam. "Agora, os desenvolvedores farão suas apostas e os consumidores irão decidir."
Redes móveis podem ser 'abertas' de dois modos - ambos tem sido abraçados pelas operadoras dos Estados Unidos. Uma delas é permitir em sua rede, sem controle rigoroso, a entrada de aparelhos que não são vendidos ou não recebem a marca da operadora, em vez de analisar um produto rigorosamente, personalizando sua interface, e determinando o momento de seus lançamentos para o ciclo de negócios da operadora.
A Verizon já está permitindo que alguns aparelhos especializados em um plano de rede aberta operem junto a sua atividade regular, e a Sprint Nextel usará uma abordagem similar com a quarta geração de sua rede WiMax, que deve sair neste mês.
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