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01 de julho de 2009
telecom
Operadoras

Android e iPhone tiram operadoras de campo em criação de aplicativos

Por IDG News Service/EUA

Publicada em 23 de setembro de 2008 às 08h00
Atualizada em 23 de setembro de 2008 às 15h38

São Francisco - Operadoras começam a desistir de oferecer os aplicativos, deixando que essa relação fique entre desenvolvedores e clientes.

android_ezinhos_88.jpgOperadoras móveis começam a deixar a criação de conteúdos e serviços  para celulares  nas mãos de outros ''jogadores", como a indústria que vem embalada pelo iPhone e os 110 novos fornecedores que surgem nesse ainda pequeno cenário.

O modelo de negócios da AT&T com a Apple para o iPhone fez o que operadoras estavam tentando fazer há anos: conseguir clientes entusiasmados com mobilidade de dados. Ela  permite que os assinantes usem as riquezas da web com um navegador completo (embora sem Flash), e customizem seus telefones com aplicativos desenvolvidos e vendidos por alguém que não seja a operadora.

A maior explosão da história recente deve boa parte de seu sucesso ao que a Apple construiu, e não aos serviços das operadoras.

Nesta terça-feira (23/09) chega a próxima grande perturbação: Um celular para a rede norte-americana da T-Mobile com o sistema operacional do Google, o Android. E em breve a plataforma terá seu código aberto para que os desenvolvedores possam criar e vender seus próprios aplicativos livres de royalties e tê-los rodando em todos os aparelhos com Android.

Na seqüência da liderança do Google, uma versão open source do Symbian, o software que está em cerca de 60% dos aparelhos do mundo, deve aparecer no ano que vem. Já há celulares no mercado que usam sistema operacional baseado em Linux, pela LiMo Fundation, um consórcio de indústrias. E alguns fabricantes de aparelhos estão começando a olhar para softwares e serviços também.

Stephen Lawson, editor do IDG News Service, EUA
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mark - 23 Set 2008, 15h38
Plataformas do futuro
mark - 23 Set 2008, 15h31

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