Android e iPhone tiram operadoras de campo em criação de aplicativos
Por IDG News Service/EUA
Publicada em 23 de setembro de 2008 às 08h00
Atualizada em 23 de setembro de 2008 às 15h38
São Francisco - Operadoras começam a desistir de oferecer os aplicativos, deixando que essa relação fique entre desenvolvedores e clientes.
Operadoras móveis começam a deixar a criação de conteúdos e serviços para celulares nas mãos de outros ''jogadores", como a indústria que vem embalada pelo iPhone e os 110 novos fornecedores que surgem nesse ainda pequeno cenário.
O modelo de negócios da AT&T com a Apple para o iPhone fez o que operadoras estavam tentando fazer há anos: conseguir clientes entusiasmados com mobilidade de dados. Ela permite que os assinantes usem as riquezas da web com um navegador completo (embora sem Flash), e customizem seus telefones com aplicativos desenvolvidos e vendidos por alguém que não seja a operadora.
A maior explosão da história recente deve boa parte de seu sucesso ao que a Apple construiu, e não aos serviços das operadoras.
Nesta terça-feira (23/09) chega a próxima grande perturbação: Um celular para a rede norte-americana da T-Mobile com o sistema operacional do Google, o Android. E em breve a plataforma terá seu código aberto para que os desenvolvedores possam criar e vender seus próprios aplicativos livres de royalties e tê-los rodando em todos os aparelhos com Android.
Na seqüência da liderança do Google, uma versão open source do Symbian, o software que está em cerca de 60% dos aparelhos do mundo, deve aparecer no ano que vem. Já há celulares no mercado que usam sistema operacional baseado em Linux, pela LiMo Fundation, um consórcio de indústrias. E alguns fabricantes de aparelhos estão começando a olhar para softwares e serviços também.
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