Publicidade

08 de julho de 2009
telecom
Operadoras

Brasil Telecom diz que serviços do provedor Zipline serão interrompidos

Por Evelin Ribeiro, especial para o IDG Now!

Publicada em 23 de julho de 2008 às 16h10
Atualizada em 26 de julho de 2008 às 17h37

São Paulo - Segundo operadora, provedor teve contrato rescindido por inadimplência e 100 mil assinantes podem ficar sem internet.

A Brasil Telecom divulgou nesta quarta-feira (23/07) em seu site que o provedor Zipline, baseado no Rio Grande do Sul, terá os serviços interrompidos por suposta falta de pagamento. Com isso, os cem mil assinantes do ZipLine podem ficar sem internet a partir do dia 1º de agosto.

De acordo com a operadora, o contrato com a Zipline Tecnologia Ltda. “foi rescindido por falta de pagamento e descumprimento das cláusulas contratuais relativas a qualidade do serviço”.

Uma sentença da 2ª Vara Cível da Comarca de Santa Maria do dia 18 de março teria garantido à BrT o direito de receber pela prestação do serviço.

Daivison Elias, sócio da Zipline, disse que o contrato com a Brasil Telecom feito em 2004 era apenas um acordo de parceria e não previa qualquer tipo de pagamento por parte do provedor à operadora.

“A partir de janeiro de 2007, eles começaram a cobrar e teríamos de pagar cerca de nove reais por usuário, sendo que nunca pagamos nada e não havia cobrança em contrato”, declarou.

Segundo Elias, assim que receberam a notificação de cobrança, entraram com uma ação na Justiça de Porto Alegre a qual deve ter uma resolução ainda nesta semana.

O Zipline usa o domínio @adslresidencial.com.br e cobra apenas R$ 1,50 por mês. Para Elias, a BrT estaria fazendo essa cobrança devido ao fato de terem os planos mais baratos do mercado, pois “os outros provedores oferecem conteúdo e outros serviços e o Zipline, apenas autenticação” para acesso à internet.

No sentido contrário, a Brasil Telecom afirma que "o contrato que existia anteriormente não previa a cobrança, porém previa atuação no Rio Grande do Sul e obrigatoriedade de suporte telefônico", cláusulas descumpridas pelo provedor, segundo a operadora.

A Brasil Telecom alega que houve a assinatura de um novo contrato em abril de 2007 que previa custos ("sendo o máximo de R$ 5,25 liquido por cliente", diz a provedora) e obrigações relativas à qualidade e a um suporte telefônico.

"Porém, (o provedor) novamente  não cumpriu com o contrato e (...) entrou com um pedido judicial para não ser obrigado a cumprí-lo. Porém a decisão judicial final foi de que o contrato vigente deveria ser cumprido, assim como já é feito pelos demais provedores", afirma a companhia.


OPINIÃO DO LEITOR Clique para comentar
2 comentário(s)
Enganação
Gabriel - 26 Jul 2008, 17h37
Provedor pra quê ???
Paulo - 24 Jul 2008, 09h46

Top5MAIS LIDAS
DO DIA
IDG Now! Widget

Baixe o Now! Reader e confira em seu desktop as últimas notícias, álbuns e outros conteúdos do IDG Now!

IDG Now! Reader
Enquete
A multa contra a venda do Speedy melhora o serviço?
 Sim. Telefônica terá de resolver instabilidade
 Não. Cliente atual continua sem garantia
 Sim. Decisão da Anatel pressiona mercado
 Não. Usuário fica sem opção de banda larga
Speedy interrompido

Speedy interrompido

Telefônica atende decisão da Anatel e para de vender serviço por tempo indeterminado.

Rádio e satélite

Rádio e satélite

Conheça alternativas de banda larga para regiões aonde o ADSL e cabo não vão.

TI Verde

TI Verde

Saiba tudo sobre gadgets ecológicos e consumo consciente de eletrônicos.

anterior   próxima
Galeria de fotoscarregando...