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19 de setembro de 2009
telecom
Banda Larga

Vivo interrompe oferta de smartphones com 3G em suas lojas

Por Daniela Moreira, editora assistente do IDG Now!*

Publicada em 11 de abril de 2008 às 13h02
Atualizada em 11 de abril de 2008 às 14h47

São Paulo – Para analista, movimento sinaliza intenção da operadora de migrar toda a base de usuários da tecnologia CDMA para o GSM.

A Vivo não está mais abastecendo suas lojas com smartphones com suporte a 3G, como o popular Moto Q. Somente as lojas com estoque remanescente têm aparelhos compatíveis com a tecnologia EV-DO, de transmissão de dados em alta velocidade em redes CDMA, para oferecer.

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Contudo, a oferta de placas PCMCIA, Express Card ou modem USB para conexão ao serviço EV-DO via computador será mantida. A operadora oferece serviços baseados na tecnologia há quatro anos e possui uma base de 400 mil usuários de banda larga móvel via rede celular.

De acordo com a assessoria de imprensa da operadora, a decisão de não oferecer mais aparelhos com suporte a EV-DO foi uma adequação de portfólio feita a partir da própria demanda dos usuários. Hoje, praticamente 100% do portfólio de celulares da operadora já é GSM.

Para o analista Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, a medida já antecipa a intenção da operadora de fazer uma transição total da sua base de usuários CDMA para a rede GSM.

“O EV-DO só deve ser mantido até estrear a nova rede HSDPA estrear”, opina Tude. “A transição da base será natural, até porque a cobertura da nova rede será maior”, ele acrescenta.

A Vivo sustenta que vai manter as duas redes. A empresa possui grandes clientes corporativos que utilizam serviços dados EV-DO – um deles é a Petrobras. “O serviço pode fazer sentido em situações específicas como esta”, admite Tude.

A decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de suspender a assinatura dos contratos da 3G – cuja licitação aconteceu em dezembro – nesta semana pode atrasar a estréia da rede de terceira geração da Vivo, assim como as das suas concorrentes. O órgão pediu um prazo para avaliar os contratos antes da assinatura.

*Colaborou Nando Rodrigues, editor da PC World.

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