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20 de setembro de 2009
telecom
Serviços

Telefônica lidera ranking de reclamações do Procon-SP pela sexta vez

Por Redação do IDG Now!

Publicada em 14 de março de 2008 às 11h52
Atualizada em 14 de março de 2008 às 12h11

São Paulo - Setor de telefonia mais uma vez rouba a cena no relatório, com reclamações sobre serviços fixos e móveis e aparelhos celulares.

O setor de telefonia mais uma vez roubou a cena no relatório anual da Fundação Procon-SP de 2007, com reclamações sobre serviços fixos e móveis e aparelhos celulares encabeçando o ranking. A Telefônica foi, pela sexta vez, a marca líder em reclamações.

A lista geral, que traz nas primeiras posições Telefônica, Itaú, Benq (reclamações relacionadas a celulares Siemens), Vivo e Mitsubishi/Aiko/Evadin, reúne reclamações feitas até 31 de dezembro de 2007 e considera apenas problemas que não foram solucionadas com a primeira intervenção do Procon-SP e exigiram abertura de processo administrativo.

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A campeã Telefônica – que liderou a lista em 1998, 1999, 2000, 2001 e 2006 - registrou um aumento de 95% nas reclamações em relação ao ano anterior.

Telefonia lidera
A área de serviços essenciais (que inclui água, telefonia, luz, etc.) respondeu pela maior parte das reclamações (31%), com as empresas telefônicas – Telefônica, Vivo, Embratel, TIM e Claro, nesta ordem - dominando as cinco primeiras posições do ranking.

De acordo com o Procon-SP, o aumento nas reclamações em relação à telefonia fixa estão associados à migração do sistema de pulsos para minutos, mais especificamente aos planos próprios das operadoras oferecidos aos clientes.

“As operadoras (em especial, a Telefônica) lançaram planos particulares (comerciais) diferentes dos obrigatórios (Básico e Pasoo). Mal informados, muitos consumidores foram convencidos a aderir a esses produtos – que, muitas vezes, eram inadequados ao perfil de consumo da residência”, diz o órgão em seu relatório anual.

Outro problema que levou a Telefônica mais uma vez ao posto de líder em reclamações foi a venda de serviços Speedy sem que fosse verificada previamente a viabilidade técnica no local da instalação.


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