Partido Democratas contestará aprovação da fusão Oi-BrT na justiça
Por Computerworld
Publicada em 07 de fevereiro de 2008 às 18h55
Atualizada em 07 de fevereiro de 2008 às 18h56
"Esse tipo de ação [a mudança na lei] é política. Esse decreto pode afetar totalmente a política pública de telecomunicações para o País", afirmou Luis Cuza, presidente da TelComp.
Segundo ele, ainda que estejam saindo alguns comunicados na bolsa de valores, "os controladores da Oi não divulgaram nenhum detalhe de qual é o objetivo dessa aquisição do ponto de vista de benefícios para o País, para o consumidor e a concorrência", disse.
Segundo ele, "os políticos deveriam exigir imediatamente mais transparência em relação a essa oferta". Os consumidores, da mesma forma, "devem questionar o que está por trás dessa fusão e quais serão seus efeitos na prestação dos serviços".
Cuza lembrou que boa parte dos acionistas da Oi e da Brasil Telecom utilizam, direta ou indiretamente, dinheiro público. A Oi, por exemplo, tem o BNDES como acionista e a Brasil Telecom tem fundos de pensão de estatais como Banco do Brasil e Petrobras entre os seus investidores.
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