São Paulo tem redes Wi-Fi velozes mas com pouca segurança, diz estudo
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 15 de janeiro de 2008 às 07h00
Atualizada em 15 de janeiro de 2008 às 16h23
São Paulo - Estudo da Kaspersky faz o levantamento das tecnologias e da segurança das redes wireless disponíveis na cidade de São Paulo.
São Paulo pode ter redes sem fio velozes, mas a maioria redes Wi-Fi da cidade apresenta criptografia insegura ou nula, segundo estudo da Kaspersky divulgado nesta terça-feira (15/01).
Apesar de ameaças reais à segurança não terem sido evidenciadas, um número alto de redes (24%) não possui nenhum tipo de criptografia e 50% delas utiliza o padrão Wired Equivalent Privacy (WEP), considerado vulnerável há algum tempo.
Métodos mais eficientes como o Wi-Fi Protected Access (WPA) e WPA2 são utilizados por 22 e 4% das redes, respectivamente. A maioria das redes tem suporte aos padrões WAP e WAP2, que não são adotados por “hábito”, afirma o relatório.
Quanto ao Service Set IDentifier (SSID), que identifica a rede, o estudo mostra que 16% utilizam o SSID predefinido de fábrica e 78% delas, um personalizado. O problema em utilizar SSID de fábrica é que um cracker já teria todas as informações sobre a rede, segundo a Kaspersky.
Com o levantamento a Kaspersky encontrou 11 canais Wi-Fi em uso na cidade, com 55% das redes utilizando o canal 6. Esse resultado era esperado pela empresa, pois vários equipamentos já vem pré-configurados para esse canal.
O segundo canal mais utilizado é o 11, com 21% das redes, os mais livres são os canais 5,7 e 8 com 1% das redes cada. Segundo o relatório, o congestionamento em alguns canais se deve ao fato de as equipes de TI não analisarem o tráfego.
A velocidade de 87% das redes analisadas é de 54Mbps, o que sugere que os equipamentos utilizados são novos ou de nova geração, já que correspondem ao padrão 802.11g. O fornecedor da maioria dos equipamentos analisados pelo estudo é a D-Link, presente em 42% das redes, seguida pela Linksys, com 26%.
As conclusões do relatório apontam que o Brasil segue um bom caminho na tecnologia Wi-Fi, mas que alguns procedimentos precisam ser tomados para garantir a integridade, confiabilidade e disponibilidade das redes.
A pesquisa foi feita com um notebook conectado a redes Wi-Fi em diversas localidades das zonas Central e Sul de São Paulo, por cinco dias.
Apesar de ameaças reais à segurança não terem sido evidenciadas, um número alto de redes (24%) não possui nenhum tipo de criptografia e 50% delas utiliza o padrão Wired Equivalent Privacy (WEP), considerado vulnerável há algum tempo.
Métodos mais eficientes como o Wi-Fi Protected Access (WPA) e WPA2 são utilizados por 22 e 4% das redes, respectivamente. A maioria das redes tem suporte aos padrões WAP e WAP2, que não são adotados por “hábito”, afirma o relatório.
Quanto ao Service Set IDentifier (SSID), que identifica a rede, o estudo mostra que 16% utilizam o SSID predefinido de fábrica e 78% delas, um personalizado. O problema em utilizar SSID de fábrica é que um cracker já teria todas as informações sobre a rede, segundo a Kaspersky.
Com o levantamento a Kaspersky encontrou 11 canais Wi-Fi em uso na cidade, com 55% das redes utilizando o canal 6. Esse resultado era esperado pela empresa, pois vários equipamentos já vem pré-configurados para esse canal.
O segundo canal mais utilizado é o 11, com 21% das redes, os mais livres são os canais 5,7 e 8 com 1% das redes cada. Segundo o relatório, o congestionamento em alguns canais se deve ao fato de as equipes de TI não analisarem o tráfego.
A velocidade de 87% das redes analisadas é de 54Mbps, o que sugere que os equipamentos utilizados são novos ou de nova geração, já que correspondem ao padrão 802.11g. O fornecedor da maioria dos equipamentos analisados pelo estudo é a D-Link, presente em 42% das redes, seguida pela Linksys, com 26%.
As conclusões do relatório apontam que o Brasil segue um bom caminho na tecnologia Wi-Fi, mas que alguns procedimentos precisam ser tomados para garantir a integridade, confiabilidade e disponibilidade das redes.
A pesquisa foi feita com um notebook conectado a redes Wi-Fi em diversas localidades das zonas Central e Sul de São Paulo, por cinco dias.
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