Ministro critica a falta de celulares com transmissão de TV no País
Por Taís Fuoco, editora do Computerworld
Publicada em 28 de novembro de 2007 às 17h41
Atualizada em 28 de novembro de 2007 às 17h47
Brasília - Para Hélio Costa, operadoras não estimulam a oferta de modelos com recepção de TV porque perderiam trafego de informações.
O ministro das comunicações, Helio Costa, criticou as operadoras de celular do país porque, na sua opinião, é por falta de empenho delas que o Brasil ainda não tem a venda modelos de celular com recepção de TV.
“Não tenho visto nenhum interesse das empresas telefônicas em cobrar a oferta de aparelhos”, disse o ministro em encontro com a imprensa.
Na opinião de Costa, a falta de interesse estaria relacionada ao fato de que com a TV no aparelho, o usuário poderia deixar de fazer ligações para assistir programas.
“Um jovem que hoje liga para a namorada quando está no ônibus, poderá passar a assistir TV gratuitamente nesse período em vez de pagar 1 real por minuto de ligação”, exemplificou o ministro.
Ele ainda acrescentou que hoje “há aparelhos celulares com câmera de 5 megapixels, GPS e MP3. Só não tem TV aberta”, criticou Costa.
Para ele, se ainda não há modelos com recepção de TV à venda, “é porque é de graça, não é um bom negócio para as operadoras”, reafirmou.
“Não tenho visto nenhum interesse das empresas telefônicas em cobrar a oferta de aparelhos”, disse o ministro em encontro com a imprensa.
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Na opinião de Costa, a falta de interesse estaria relacionada ao fato de que com a TV no aparelho, o usuário poderia deixar de fazer ligações para assistir programas.
“Um jovem que hoje liga para a namorada quando está no ônibus, poderá passar a assistir TV gratuitamente nesse período em vez de pagar 1 real por minuto de ligação”, exemplificou o ministro.
Ele ainda acrescentou que hoje “há aparelhos celulares com câmera de 5 megapixels, GPS e MP3. Só não tem TV aberta”, criticou Costa.
Para ele, se ainda não há modelos com recepção de TV à venda, “é porque é de graça, não é um bom negócio para as operadoras”, reafirmou.
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