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08 de julho de 2009
telecom
Serviços

Banco do Brasil prepara aplicação financeira para TV digital até abril

Por Taís Fuoco, editora do ComputerWorld

Publicada em 28 de novembro de 2007 às 10h22
Atualizada em 28 de novembro de 2007 às 15h56

Brasília - Instituição, porém, esperará disseminação do novo padrão de TV no País antes de lançar o serviço, também conhecido como T-bank.

A diretoria de tecnologia do Banco do Brasil estabeleceu, como parte dos projetos para 2008, desenvolver uma aplicação para TV digital, ou o T-bank, como o acesso a serviços bancários pela televisão é conhecido, e um serviço financeiro que utilize a videochamada pelo celular, opção que estará disponível na terceira geração da telefonia móvel.

Segundo Glória Guimarães, diretora de tecnologia do BB, o banco espera ter pronta uma aplicação de T-bank "até março ou abril de 2008", mas isso não significa que ela chegue aos correntistas nesse período. Como o acesso a serviços de banco pela TV depende da interatividade, algo não esperado para as primeiras transmissões da TV digital, o lançamento no mercado deve demorar um pouco mais.

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"Vamos lançar aos clientes quando a TV digital já estiver mais disseminada entre a população", afirmou a executiva, que participa da II Jornada de Tecnologia do Banco do Brasil esta semana em Brasília (DF).

Em relação à terceira geração de celular, o banco conheceu a videochamada através da Claro, que trouxe uma demonstração do serviço para a Jornada de Tecnologia da instituição.

"Esse poderá ser outro canal de negócios", ponderou Glória. A equipe de TI do banco, no entanto, ainda não está trabalhando nessa aplicação.

A executiva informa, porém, que o BB pretende desenvolver o que ela chamou de "terceira onda dos serviços móveis", lançados pelo BB em março de 2006. A nova onda será a dos serviços para pessoas jurídicas. "Através de smartphones, as empresas poderão carregar aplicações que hoje estão no gerenciador financeiro", explicou.

O banco tem uma equipe de cerca de 2,5 mil funcionários na divisão de tecnologia, dos quais algo como 1,4 mil são desenvolvedores de software, enquanto os demais atuam com infra-estrutura e rede.


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