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09 de julho de 2009
telecom
Operadoras

Claro terá aparelhos de graça também na 3ª geração de celular

Por Taís Fuoco, editora do Computerworld

Publicada em 13 de novembro de 2007 às 15h15
Atualizada em 13 de novembro de 2007 às 15h21

São Paulo - Claro lança serviços nas regiões metropolitanas do DF, Recife e Fortaleza, mas estende a Porto Alegre, Rio e SP até dezembro.

A Claro lança amanhã (14/11) os serviços de terceira geração de celular em três capitais, mas estende a opção para outras três até dezembro. De acordo com o plano de minutos escolhido no pós-pago, a companhia vai manter a estratégia de oferecer o aparelho gratuitamente.

Como explicou hoje aos jornalistas, o modelo Nokia 6120 já será gratuito a partir de amanhã no plano 600 minutos e, em dezembro, outro modelo poderá sair de graça, o Nokia 3555, no plano de 240 minutos.

Com a rede implantada pela Ericsson e Huawei, a operadora terá serviços de videochamada, IPTV e loja de músicas no aparelho móvel, além da oferta de banda larga móvel para notebooks e desktops.

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Segundo João Cox, presidente da Claro, a companhia optou por lançar o serviço nas seis regiões - Distrito Federal, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, Rio e São Paulo - neste primeiro momento, mas a partir de 2008 começa a expandir para outras regiões, já que tem a freqüência de 850 MHz disponível em 16 estados do País.

A partir do leilão de terceira geração que a Anatel promove em 18 de dezembro, a companhia também pretende levar a oferta a todo o Brasil, dessa vez na freqüência de 2,1 GHz. O serviço de videochamada vai custar 0,60 por minuto e os pacotes de banda larga móvel custam a partir de 69,90 reais mensais.

A Telemig Celular foi a primeira operadora a lançar serviços de terceira geração, na última sexta-feira, na região metropolitana de Belo Horizonte, região onde a Claro não tem cobertura de 850 MHz para competir neste momento.

Segundo Cox, "a banda larga não cresce no Brasil" e, por isso, ele acredita que a terceira geração será a opção para estender o número de assinantes no País. Enquanto acredita-se que existam 6,9 milhões de assinantes de banda larga no Brasil, em setembro haviam mais de 112 milhões de celulares.

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