Publicidade

08 de julho de 2009
telecom
Celulares

Celular é a próxima fronteira da publicidade

Por Daniela Braun, editora do IDG Now!

Publicada em 29 de agosto de 2007 às 07h00
Atualizada em 31 de janeiro de 2008 às 12h09
Continuação da página anterior

Sorvete de baunilha

O problema, na visão de Abel Reis, diretor da Agência Click, vai além de termos uma base de celulares que só recebem chamadas de voz, "canivetes suíços digitais" ou mesmo automóveis, que poderão receber anúncios quando conectados à rede celular. "A verdade é que ainda estamos na idade da pedra na comunicação da publicidade móvel", clama o executivo. "Ainda não encontramos a linguagem e o formato adequados para a comunicação publicitária."

Assim como na internet, relevância é a palavra-chave da publicidade online, segundo Reis. "Estamos em busca do marketing de utilidade, que busque o engajamento do consumidor".

Fábio Fernandes, sócio e diretor de criação da F/Nazca Saatchi & Saatchi, acrescenta a palavra "opt-in" à trilha na publicidade móvel. "Aqui temos a oportunidade de ter efetivamente o marketing 'one-to-one' (...) de construir o relacionamento das marcas com o consumidor de maneira mais rica e menos impositiva do que a publicidade tem feito", avalia.

Para construir a relevância junto ao dono do celular, o diretor de criação da Almap BBDO, Marcello Serpa, acrescenta que os publicitários têm a missão de convencer os donos dos produtos a fugir do tradicional.

"Como publicitários, temos de criar conteúdos tão fascinantes que o consumidor queira recebê-los. É difícil convencer o cliente que a propaganda tem de ser 'cult', mas hoje estamos na época de correr riscos e não saturar essa mídia com a propaganda burra ou padronizada como sorvete de baunilha", conclui.


OPINIÃO DO LEITOR
Não há comentários para essa notícia
Seja o primeiro a comentar

Top5MAIS LIDAS
DO DIA
IDG Now! Widget

Baixe o Now! Reader e confira em seu desktop as últimas notícias, álbuns e outros conteúdos do IDG Now!

IDG Now! Reader
Enquete
A multa contra a venda do Speedy melhora o serviço?
 Sim. Telefônica terá de resolver instabilidade
 Não. Cliente atual continua sem garantia
 Sim. Decisão da Anatel pressiona mercado
 Não. Usuário fica sem opção de banda larga
Speedy interrompido

Speedy interrompido

Telefônica atende decisão da Anatel e para de vender serviço por tempo indeterminado.

Rádio e satélite

Rádio e satélite

Conheça alternativas de banda larga para regiões aonde o ADSL e cabo não vão.

TI Verde

TI Verde

Saiba tudo sobre gadgets ecológicos e consumo consciente de eletrônicos.

anterior   próxima
Galeria de fotoscarregando...