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21 de setembro de 2009
telecom
Operadoras

Vivo leva Telemig em negócio que pode custar até R$ 2,8 bilhões

Por Taís Fuoco, editora do Computerworld

Publicada em 03 de agosto de 2007 às 09h50
Atualizada em 03 de agosto de 2007 às 10h55

São Paulo - Companhia vence Claro e Oi na disputa pela operadora mineira e sua co-irmã da regiâo Norte e fortalece a liderança de mercado.

A Vivo Participações, maior operadora de celular do País em número de clientes, venceu as concorrentes Claro e Oi na disputa pela compra das empresas Telemig Celular e Amazônia Celular - ambas dos mesmos controladores.

Conforme anunciado há pouco pelo presidente da Vivo, Roberto Lima, em teleconferência com os jornalistas, a companhia pagou 1,21 bilhão de reais por parte das ações de controle das duas operadoras, mas o negócio pode envolver até 2,8 bilhões, já que a Vivo também pretende adquirir as ações com direito a voto que estão fora do bloco de controle e as preferenciais, nas etapas seguintes da aquisição.

A companhia acertou a compra de 22,7% do capital da Telemig Celular Participações por 1,093 bilhão de reais e 19,3% da Tele Norte Participações por 120 milhões de reais. Segundo Lima, a compra será feita "com recursos que a Vivo negociou junto a bancos para a compra. Não será feito novo financiamento para essa aquisição", reiterou.

Série Operadoras Celulares:
> Oi: convergência e consolidação
> Vivo busca reverter queda com GSM
> Celular é trunfo da BrT na convergência
> Por que todos estão de olho na Telemig Celular
> Claro promete ofensiva na busca pela liderança
> Por que a TIM está no calcanhar da Vivo

A transação ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Por isso, salientou Lima, "nada muda" nas duas operadoras neste momento. A Vivo só passará a administrar as duas companhias após essas aprovações.

Em seguida, a Vivo fará oferta pelas ordinárias em circulação no mercado, pagando 80% do que foi pago na aquisição das ações de controle. E, em uma terceira etapa, fará oferta também por um terço das preferenciais. Dessa forma, terá controle majoritário nas duas companhias.


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