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04 de julho de 2009
telecom
Serviços

Redecard desenvolve sistema de cartão de crédito pelo celular

Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!

Publicada em 15 de junho de 2007 às 18h54

São Paulo - Sistema já está sendo testado por um banco em São Paulo e pode chegar ao mercado em até 60 dias, diz diretor de marketing.

A Redecard anunciou nesta semana um sistema que substitui o cartão de crédito pelo celular, batizado de Foneshop. De acordo com a operadora de cartões, o serviço poderá ser utilizado por qualquer aparelho de qualquer operadora, que receba torpedos SMS.

De acordo com Ronaldo Varela, diretor de markeitng e produto da Redecard, um banco já está testando a tecnologia em São Paulo e poderá lançar o serviço para seus correntistas no prazo de 30 a 60 dias. Outras quatro instituições financeiras também estariam em processo de negociação, segundo o executivo.

“A vantagem é que o sistema utiliza toda a infra-estrutura que já existe e é bastante flexível, podendo ser adaptado de acordo com o modelo desenhado pelo banco”, explica Varela.

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O serviço substitui os cartões de plástico das bandeiras MasterCard e Diners Cub Internacional e poderá ser utilizado tanto pelo usuário, para fazer pagamentos na rede tradicional de estabelecimentos, quanto pelos varejistas para receber pagamentos no aparelho móvel - tanto nas lojas quanto em táxis, serviços de entrega, venda em domicílio e por feirantes, por exemplo.

Para “transferir” seu cartão de crédito para o celular, o usuário fará uma solicitação ao seu banco - se ele aderir ao serviço. A partir de então ele poderá fazer as compras por meio do PoS (máquina utilizada para fazer transações de crédito e débito) tradicional, informando o número do celular, o número do cartão ou um número específico gerado pelo banco - a escolha fica a critério do modelo adotado pela instituição financeira, segundo Varela.

Após o lojista digitar o número, o PoS faz uma requisição ao banco, que envia um SMS ao celular do usuário confirmando o valor da compra e informando uma senha. O usuário então digita uma contra-senha e envia uma mensagem ao banco, autorizando a transação. “A senha é dinâmica, o que torna o processo mais seguro”, argumenta o diretor.

De acordo com o executivo, no modelo de negócio está previsto que a Redecard arcará com os custos de telefonia dos estabelecimentos, enquanto o banco ficará com o ônus do tráfego de mensagens enviadas e recebidas - ou seja, a loja e o usuário não têm custo adicional algum no processo.


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