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19 de setembro de 2009
telecom
Mobilidade

Google considera entrar no mercado de internet wireless

Por Nancy Gohring, para o IDG Now!*

Publicada em 24 de maio de 2007 às 10h50
Atualizada em 24 de maio de 2007 às 11h28

Seattle - Empresa participará de um leilão de frequências de 700 Mhz. Se ganhar, Google oferecerá serviços wireless aos usuários.

O Google participará de um leilão da Federal Communications Comission (FCC), que se espera aconteça no ano que vem, com o objetivo de oferecer serviços wireless aos usuários, segundo a empresa declarou nesta terça-feira (22/05). A FCC leiloará distâncias com frequência de 700 Mhz.

Este tipo de frequência é utilizada por emissoras de televisão, mas atualmente estende sua disponibilidade para a transição para TV digital. A distância é atraente por carregar sinais para longas distâncias, reduzindo  os custos para a construção de uma rede de comunicações.

Com a frequência, a empresa construiria uma rede de comunicação e ofereceria serviços wireless diretamente para os usuários.

O Google também poderia permitir que outros provedores de serviços utilizassem a distância. Na segunda-feira (21/05), a empresa escreveu para a FCC pedindo que a agência permita que os ganhadores criem um sistema de leilão, permitindo a competição entre terceiros pelo direito de utilizar a área.

O sistema seria parecido com a ferramenta de compartilhamento de receitas do Google, o AdWords.

“Independente de nos envolvermos ou não com o leilão, achamos interessante criar este tipo de plataforma”, declarou o conselheiro de telecomunicações e mídia do Google, Richard Whitt.

O Google tem mostrado crescente interesse na internet móvel. As empresas acreditam que a propaganda nesta tecnologia pode gerar bons rendimentos financeiros.

A empresa reclamou sobre o trabalho com operadoras, que controlam as redes de comunicação wireless e encaram o desafio de desenvolver produtos para cada estrutura de diferentes plataformas de softwares para telefones.

Operar uma rede de comunicação própria permitiria que o Google oferecesse todos os tipos de serviço que a empresa deseja.

*Nancy Gohring é editora do IDG News Service em Seattle

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