Por que todos estão de olho na Telemig Celular
Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!*
Publicada em 22 de março de 2007 às 11h06
Atualizada em 22 de março de 2007 às 18h15
São Paulo - O presidente André Mastrobuono revela os atrativos da mineira, cobiçada pelas rivais.
Se for verdade que os melhores perfumes estão nos menores frascos, a Telemig pode ser considerada uma fragrância rara na telefonia celular brasileira. Apesar das óbvias desvantagens em competir com rivais de porte nacional - como Claro e TIM - ou mesmo regional - como Oi e Brasil Telecom -, a “operadora de um Estado só” - Minas Gerais - tem qualidades que a destaca dos titãs com quem já se acostumou a duelar. Entre elas estão um alto grau de satisfação dos clientes com os serviços prestados, finanças equilibradas e uma marca de prestígio na sua área de atuação.
Apesar destes atributos, a operadora vinha trilhando uma trajetória de perda de participação de mercado mês a mês, resultado de um longo período de indefinição sobre o seu futuro. Embora sempre tenha sido uma forte candidata à venda, justamente por estar isolada em uma arena em que os gigantes dominam, os recentes atritos entre seus acionistas - de um lado o Opportunity e de outro o Citigroup e os fundos de pensão - fizeram com que a operadora passasse por uma fase de poucos investimentos para conquistar clientes e inovar em serviços.
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