Cinco mitos sobre o uso do Skype em sua empresa
Por Michael Gough, do Computerworld/EUA
Publicada em 22 de março de 2007 às 11h21
Atualizada em 22 de março de 2007 às 11h24
São Paulo - À medida que o serviço se populariza entre as empresas, cresce também algumas dúvidas sobre a segurança da ferramenta.
Empenhado em abocanhar uma fatia maior do mercado corporativo, o serviço de comunicação via internet Skype informou, no fim do ano passado, que tem entre suas prioridades a inclusão cada vez maior de funcionalidades adequadas ao mercado corporativo em suas novas versões.
De fato, o serviço tem cativado as empresas, e a adoção desse tipo de ferramenta tem crescido. Entretanto, junto com o incremento no uso, têm aumentado também as dúvidas dessas mesmas corporações, entre elas sobre quão perigoso é o Skype para suas redes em termos de brechas de segurança.
Para solucionar algumas dessas questões, o especialista norte-americano Michael Gough elaborou um guia com cinco passos. Confira o que é verdade e o que é mito sobre as vulnerabilidades do Skype.
Mito número 1
O Skype utiliza muita banda de uma rede
O Skype na realidade utiliza muito pouca banda – aproximadamente 30 Kbits/segundo – a cada chamada telefônica. Se um determinado usuário se tornar um Supernode, entretanto, aí sim. O Supernode vai consumir uma tremenda largura de banda. Mas lembre-se: você precisa estar em um sistema conectado diretamente à internet para atingir este status e na maioria dos casos corporativos, os PCs não estão conectados diretamente à internet. Dessa forma, isso não é um ponto de preocupação.
Mito número 2
Qualquer computador por ser um Supernode
O Supermode é um sistema que precisa ter um endereço de IP passível de roteamento e ser situado diretamente na internet para se tornar um Supernode. Se um computador reside em uma típica rede corporativa protegida por um firewall que fornece uma rede NAT – utilizando o esquema de endereço privado de IP 192.168.x.x or 10.x.x.x –, então seria impossível para ele se tornar um Supernode. Os firewalls NAT e mesmo roteadores domésticos evitam muitos sistemas de se tornar Supernodes.
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