Claro promete ofensiva sobre a concorrência na busca pela liderança
Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!
Publicada em 15 de março de 2007 às 07h00
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Próximos passos
Para Cox, o caminho para assumir a liderança deverá passar necessariamente pela capacidade de inovar e se reinventar. “Estamos fazendo um conjunto de coisas que está dando certo, mas que vão ser replicadas pelos nossos concorrentes. Na prática, há três grandes operadoras com cobertura nacional. Uma idéia bem desenvolvida por uma acaba sendo copiada por outros. O tempo de inovação e massificação é muito curto”, aponta o presidente.
Uma das áreas que a operadora poderá desbravar antes dos concorrentes é a terceira geração (3G). “A Claro tem licença e banda suficiente para iniciar a oferta a qualquer momento”, opina Tude. Para o analista, há indicativos no mercado de que a operadora pode estrear os serviços já no início de 2008.
Segundo o presidente da companhia, o cronograma de implementação do 3G vai depender de definições governamentais. “O governo tem que tomar partido do que quer. Do ponto de vista técnico permite uso mais eficiente do espectro. Para o usuário, traz interação mais rápida com dados e acelera a convergência no celular. Mas pela própria natureza não é algo para ter espalhado por todo País e no interior longínquo”, avalia.
Aparte à evolução para a terceira geração, a Claro já projeta para 2007 um crescimento na receita de dados e em serviços de valor adicionado. “O celular vai ser o grande elemento de convergência de tecnologia no mundo. Hoje neste aparelho muito similar ao que se usava há quatro anos você já tem e-mail, TV, agenda de contatos, calendário, máquina de fotografar. Não é só voz que vai fluir por aqui”, vaticina Cox, apontando para o seu próprio aparelho móvel.
Apesar das previsões de menor crescimento porcentual do mercado brasileiro de celulares em 2007, que apenas sinaliza o crescimento vegetativo que já é realidade nos mercados maduros, o executivo olha com otimismo para o futuro das operadoras móveis: “A penetração de celular em todo mundo vai ser acima de 100%. A questão é quando vai ser”, defende.
“Pensamos em celular associado a pessoas, mas os objetos também usam e vão usar celular. Vamos começar a ver carros com celular, não só pra falar, mas como instrumento de segurança, para rastrear o carro se ele for roubado”, exemplifica o presidente. “Posso assegurar, olhando para frente, que tem coisas que nem sabemos que existem ou que podem ser feitas pelo celular. Mas que vão ser feitas, e vamos nos perguntar como podíamos viver sem elas no celular”, conclui, otimista.
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3 comentário(s)
Planos focados em voz
Leonardo - 27 Mar 2007, 09h29
A Claro esta de parabéns
Francisco José - 19 Mar 2007, 10h56
indoor
Johnnye Nelson - 15 Mar 2007, 20h24
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