Claro promete ofensiva sobre a concorrência na busca pela liderança
Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!
Publicada em 15 de março de 2007 às 07h00
Para o analista do Teleco, a primeira posição no ranking não é um sonho tão distante, já que a segunda colocada TIM está bem próxima em número de assinantes - a diferença era de apenas 1,4 milhão de assinantes, em janeiro deste ano - e que a líder Vivo vem declinando em participação, graças ao foco maior em rentabilidade que elegeu como prioridade. “Ser líder é importante porque fortalece a marca e garante poder de negociação em escala”, defende Tude.
Além da rival TIM, pela qual o grupo mexicano já demonstrou interesse, a Claro pode arrematar em 2007 a Amazônia Celular, expandindo a sua cobertura para os cinco Estados do Norte e Nordeste onde não possui rede própria - Amazonas, Pará, Roraima, Amapá e Maranhão, na opinião dos analistas.

O presidente, no entanto, descarta que ter uma rede própria na região seja uma prioridade. “Com todo respeito ao Amazonas, Pará, Roraima, Amapá e Maranhão, esses Estados têm quatro operadoras e São Paulo até três anos atrás só tinha duas. A questão é saber se eles comportam cinco players e se há prejuízo de não estarmos lá”, opina.
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