Claro promete ofensiva sobre a concorrência na busca pela liderança
Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!
Publicada em 15 de março de 2007 às 07h00
Rumo ao topo
Apesar da estratégia para atrair clientes mais rentáveis, a Claro, conhecida por promoções como as dos celulares a “um real” - não pretende perder a agressividade em preços. “Temos mantido os subsídios e isso não tem afetado as margens. Não vejo razão para mudar. Pertencer ao maior grupo de telefonia operando no Brasil, com 114 milhões de clientes no mundo no terceiro trimestre, acaba nos garantindo uma economia de escala e condições de aquisição diferenciadas em relação à concorrência”, argumenta Cox.

Segundo o presidente, a operadora está disposta a brigar com todas as armas pelo primeiro lugar no mercado e não descarta - nem confirma - a aquisição de concorrentes para chegar ao topo. “A decisão é dos acionistas. O que posso definir é que há um apetite grande dos acionistas em relação ao Brasil e uma disposição de investir no País. Só na Claro já foram investidos mais de 6 bilhões de dólares”, argumenta.
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