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08 de julho de 2009
telecom
Celulares

Claro promete ofensiva sobre a concorrência na busca pela liderança

Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!

Publicada em 15 de março de 2007 às 07h00

São Paulo - Preço, marca e aquisições. Operadora quer o primeiro lugar no mercado e o presidente João Cox revela como pretende chegar lá.

OP_CLARO_88x66Disposição e fôlego para desembolsar até 10 bilhões de dólares pela segunda maior operadora móvel do Brasil. Embora a TIM não confirme o valor da proposta de compra recebida em novembro passado ou mesmo quem foi o seu autor, o mercado especula que esta seria a cifra que a América Móvil, grupo mexicano controlador da Claro, estaria disposta a pagar pela vice-líder do setor.

A oferta não-confirmada, dada como certa por analistas e observadores do mercado de telecom, é apenas um dos indicativos que revelam o apetite da Claro pela liderança do mercado brasileiro de telefonia móvel e o comprometimento da sua matriz com o crescimento no País.

Em um mercado que começa a abrir mão do subsídio de aparelhos para atrair clientes em nome de margens mais folgadas, a operadora se vale da economia de escala garantida pelo porte da sua controladora - quinta maior operadora móvel do mundo - para continuar a oferecer preços agressivos para crescer a base, sem deixar de buscar o cliente mais rentável - que também está na mira de todas as suas rivais -, com uma ofensiva para fazer da Claro uma marca desejada.

“Queremos obter a liderança em market share e rentabilidade. É um desafio muito grande”, admite o presidente da operadora, João Cox, acrescentando: “A Claro teve que se questionar e se reinventar, para fazer diferente”.

Tabela_CLARO_01


OPINIÃO DO LEITOR Clique para comentar
3 comentário(s)
Planos focados em voz
Leonardo - 27 Mar 2007, 09h29
A Claro esta de parabéns
Francisco José - 19 Mar 2007, 10h56
indoor
Johnnye Nelson - 15 Mar 2007, 20h24

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