Publicidade

08 de julho de 2009
telecom
Mobilidade

Prepare-se para pedir uma pizza e pagar o táxi usando o celular

Por Daniela Braun, editora do IDG Now!

Publicada em 14 de março de 2007 às 07h00
Atualizada em 14 de março de 2007 às 11h52

São Paulo - Operadoras de telefonia móvel lançam serviços de pagamentos em larga escala e testes com delivery e táxi avançam no Brasil.

Selo_peq_01_88x66_entradaCheque, dinheiro, cartão ou... celular?” Os brasileiros vão começar a ouvir a pergunta reformulada com mais freqüência entre serviços de entrega, táxi, vendas porta-a-porta, refeições e compras.

De olho no volume de transações de pequeno valor onde prevalece o pagamento com cheque, dinheiro ou voucher, operadoras, bancos e administradoras de cartões aceleram seus planos para colocar a sua carteira no celular.

Até o final do ano, a operadora Oi espera oferecer o serviço Oi Paggo em toda a sua área de cobertura, tendo 1,5 milhão de usuários cadastrados, 50 mil estabelecimentos credenciados e 7 milhões de transações pelo serviço de pagamentos via SMS.

Leia também neste especial:
> O futuro do dinheiro: celular vira carteira
> Ingresso de cinema por celular não é ficção
> Barreiras para adoção não são tecnológica
> Bancos aderem ao pagamento móvel
> Opinião: dinheiro eletrônico
> Na onda do mobile banking
> Celular para remesses internacionais
> Ouça: Visa aposta no m-payment

Após um lançamento nos mercados teste de Natal e Uberlândia, no final de 2006, a Oi iniciou a oferta do Oi Paggo em larga escala começando pelos clientes cariocas, na segunda quinzena de janeiro. Atualmente, segundo a empresa, o produto conta com 10 mil usuários e 1.500 estabelecimentos.

Para tornar o Oi Paggo um dos primeiros serviços de pagamento móvel em prática no Brasil, a operadora simplificou o modelo de negócios adotando como parceira a administradora de cartões de crédito, Paggo.

Com a missão de atrair varejistas, o modelo envolve uma comissão mais baixa sobre as vendas do que a cobrada pelas administradoras tradicionais. Já os clientes têm as vantagens de isenção de anuidade e de pagarem a taxa (2,50 reais) por extrato nos meses em que utilizarem o serviço.

Outra estratégia das empresas foi separar o pagamento da compra com o Oi Paggo da fatura do celular, que é enviada apenas quando o cliente utiliza o serviço.

Na hora do pagamento, o lojista, que possui um terminal Oi próprio para o varejo, informa o valor da compra e o número do celular do cliente, que está previamente cadastrado junto à operadora.


OPINIÃO DO LEITOR
Não há comentários para essa notícia
Seja o primeiro a comentar

Top5MAIS LIDAS
DO DIA
IDG Now! Widget

Baixe o Now! Reader e confira em seu desktop as últimas notícias, álbuns e outros conteúdos do IDG Now!

IDG Now! Reader
Enquete
A multa contra a venda do Speedy melhora o serviço?
 Sim. Telefônica terá de resolver instabilidade
 Não. Cliente atual continua sem garantia
 Sim. Decisão da Anatel pressiona mercado
 Não. Usuário fica sem opção de banda larga
Speedy interrompido

Speedy interrompido

Telefônica atende decisão da Anatel e para de vender serviço por tempo indeterminado.

Rádio e satélite

Rádio e satélite

Conheça alternativas de banda larga para regiões aonde o ADSL e cabo não vão.

TI Verde

TI Verde

Saiba tudo sobre gadgets ecológicos e consumo consciente de eletrônicos.

anterior   próxima
Galeria de fotoscarregando...