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08 de julho de 2009
telecom
Operadoras

3GSM: Operadoras avaliam como abraçar a convergência

Por Carmen Lúcia Nery, especial para o Computerworld*

Publicada em 13 de fevereiro de 2007 às 15h14
Atualizada em 13 de fevereiro de 2007 às 15h26

São Paulo - Usuário exige que operadoras adaptem oferta para incluir vídeos e comunidades. Desafio é integrar cadeia de fornecedores.

selo_3GSM_A_88x66A convergência dominou os debates desta manhã no 3GSM World Congress. A maior preocupação das operadoras é como abraçar esta oportunidade e atuar em um ambiente de competição e colaboração com os setores de mídia e internet.

Especial: Tudo sobre o 3GSM

Na palestra de abertura, o CEO (Chief Executive Officer) da Vodafone, Arun Sarin, conclamou todos os operadores a emprenderem juntos a trasição de um negócio ate então calcado pela oferta de infra-estrutura e conectividade para o de serviços que vai diretamente de encontro à demanda dos consumidores.

“Não somos mais um operador de telefonia celular. Nossos clientes querem os vídeos do YouTube, as comunidades sociais como o MySpace. Seremos negligentes se nao atendermos às demandas futuras”, disse o CEO da Vodafone, que desde a semana passada anunciou uma serie de acordos envolvendo o YouTube, o eBay, o MySpace e o Google - este último envolvendo os servicos do Google Map.

Ele foi enfático também ao afirmar que a indústria de telecomunicações tem que trabalhar conjuntamente para dar relevância às iniciativas e alcançar escala. Para o executivo, o setor tem que se mover rapidamente para fugir de ameacas de tecnologias como o WiMax. “Temos que trabalhar juntos para alavancar nosso negócio. E temos que ser rápidos e fazer a transição antes que outros players o façam em nosso lugar”.

O CEO da Orange, Sanjiv Ahuja, também reforçou que as operadoras têm que entender o que o o consumidor deseja. Ele observou que a base mundial de celulares é hoje de 2 bilhões de usuários e que já  há 500 milhões de usuários de banda larga móvel.


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