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21 de setembro de 2009
telecom
Mobilidade

FastMobile chega ao Brasil com plataforma corporativa para celulares

Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!

Publicada em 20 de setembro de 2006 às 16h53
Atualizada em 21 de setembro de 2006 às 14h37

São Paulo - Fabricante negocia com outras operadoras para levar aplicações corporativas móveis para usuários finais.

A fabricante FastMobile anunciou que trará oficialmente ao país sua plataforma de comunicação, chamada de fmX, para celulares de olho no crescente mercado de aplicações móveis corporativas.

Em visita ao Brasil, o vice-presidente global de vendas e marketing Joe Wood afirmou acreditar que o mercado brasileiro tem tamanho suficiente para acomodar diversos concorrentes tanto pela crescente penetração de aparelhos multimídia como pelo interesse em aplicações de produtividade móvel.

"Existe espaço para o uso amplo na comunidade, principalmente por que o fmX, ao contrário dos rivais, se focará em aparelhos de massa. O 'pouco' a que nos referimos no Brasil são milhões de usuários", afirmou o executivo.

Pela plataforma da FastMobile, mesmo telefones celulares com limitadas funções de conectividade (sem acesso a redes EDGE ou wireless, por exemplo) podem acessar e-mails, gerenciar contatos, mandar SMS e fazer conferências graças ao conjunto de aplicativos oferecido sob uma interface própria da empresa.

Ao contrário da maioria dos portáteis disponíveis no setor atualmente, como o BlackBerry, da RIM, e o Treo, da Palm, aparelhos com a plataforma fmX apostam na presença de e-mails e mensageiros instantâneos, como MSN Messenger e Yahoo Instant Messenger, em telefones celulares voltados para usuários finais.

Outra vantagem, segundo o executivo, é a integração da plataforma fmX em celulares independente do sistema operacional.

"Podemos trabalhar com celulares em Symbian, Windows Mobile ou até mesmo Java. Até mesmo no BlackBerry, se quiséssemos, poderíamos estar", provoca.

Wood revela que a FastMobile afirma que "está em negociações com todas as outras operadoras" para a integração do produto. Ao contrário do que havia afirmado, a empresa não fechou nenhum contrato com a Vivo.


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