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09 de julho de 2009
telecom
Banda Larga

Justiça mantém operadoras fixas em leilão de banda larga sem fio

Por Redação do IDG Now!

Publicada em 04 de setembro de 2006 às 10h54
Atualizada em 04 de setembro de 2006 às 11h35

São Paulo - Com decisão, teles fixas podem apresentar nesta segunda-feira (04/09) propostas em regiões onde detêm concessões.

O Tribunal Regional Federal (TRF) manteve as operadoras de telefonia fixa no leilão de frequências nas faixas 3,5 GHz e 10,5 GHz, que permitem a pretação de serviços de banda larga sem fio com a tecnologia WiMax.

A presidente do TRF, Assuzete Magalhães, negou o recurso apresentado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e manteve a decisão da Justiça Federal.

A Anatel não queria que as operadoras fixas apresentassem propostas nas regiões onde detêm concessões. As propostas estão sendo entregues à agência nesta segunda-feira (04/09).

De acordo com o site Teleco, especializado em telecom, 161 empresas adquiriram o edital para participar do licitação.

Com a decisão do TRF, as operadoras de telecomunicações fixas podem participar da licitação, inclusive com propostas na sua própria região de concessão.

A licitação das faixas de frequência 3,5 GHz e 10,5 GHz é mais um ponto de atrito entre Anatel e o Ministério das Comunicações, que ainda ameaça intervir na agência para que as teles fixas possam participar do leilão.

Como ainda cabe recurso, o Ministérios das Comunicações não descarta a publicação de uma portaria ou de um decreto presidencial para que as operadoras fixas participem da licitação.

No final da semana passada, a Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutado (Abrafix) declarou que “a restrição da participação das concessionárias diminuiria a competição fomentadora da livre concorrência."

Além disso, de acordo com a Abrafix, essa limitação poderia levar a uma alocação ineficiente do espectro, uma vez que poderia resultar na outorga de freqüências a empresas incapazes de fazer uso efetivo delas.

Com informações do Computerworld

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