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01 de julho de 2009
telecom
Serviços

Padrão de TV digital definirá investimento de europeus no país

Por Redação do IDG Now!*

Publicada em 16 de março de 2006 às 11h31
Atualizada em 16 de março de 2006 às 11h46

Brasília - ST Microeletronics diz que investimento de empresas européias de semicondutores no Brasil dependerá da escolha do padrão.

O volume de investimento de empresas européias de semicondutores, no Brasil, dependerá do padrão de TV digital que o governo brasileiro adotará.

A afirmação foi feita na quarta-feira (15/03) pelo representante da ST Microeletronics, Ricardo Tortorello, após reunião no Palácio do Planalto com a chefe da Casa Civil, ministra Dilma Rousseff, e os ministros da Fazenda, Antonio Palocci, das Comunicações, Hélio Costa, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan.

A empresa, de origem franco-italiana, integra a Coalizão DVB, fórum criado por indústrias européias fabricantes de equipamentos para fazer frente ao grupo que atua em favor do sistema japonês de TV Digital, ou ISDB.

O DVB é o padrão europeu. O governo negocia há alguns meses com representantes de três padrões, o japonês, o europeu e o americano (ATSC).

Segundo Tortorello, um dos temas da reunião foi que tipo de incentivo o governo brasileiro pode oferecer para atrair investimentos do setor.

Ele disse que, no momento, a ST Microeletronics não planeja a montagem de uma fábrica de semicondutores no Brasil, mas admitiu que existe um estudo para saber da viabilidade do empreendimento.

O executivo afirmou ainda que o assunto será novamente discutido em outra reunião, marcada para nesta quinta-feira (16/03), com assessores do governo.

Na quarta-feira, a União Européia divulgou uma carta dirigida à ministra Dilma Rousseff, na qual afirma que, até a próxima semana, apresentará uma proposta de instalar uma fábrica de semicondutores no Brasil.

Por isso, estariam ocorrendo discussões entre a indústria e os estados-membros da UE. A proposta incluiria investimentos do setor privado, financiamento do Banco Europeu de Investimentos e dos países que integram a UE, e ainda apoio à pesquisa brasileira na área de semicondutores.


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