Vivo tem 35,4% do mercado brasileiro
Por IDG Now!
Publicada em 16 de dezembro de 2005 às 10h37
TIM mantém segunda colocação, com 23,01% do mercado, seguida da Claro, com 21,79%, revela relatório da Anatel de novembro.
A operadora Vivo continua na liderança do mercado brasileiro de celulares, que atingiu 82,3 milhões de terminais em novembro, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Em novembro, a operadora atingiu 35,40% de participação no setor. Em setembro eram 35,63% e, em abril 38,82%, quando o ranking de operadoras foi iniciado.
A TIM mantém segunda colocação, com 23,01% do mercado - uma pequena redução em relação aos 23,07% de outubro; seguida da Claro, com 21,79% (21,77% em outubro) e pela Oi (Telemar) com 11,59% (11,46% em outubro).
Há também uma pequena recuperação do mercado pela Telemig/Amazônia Celular em novembro - de 5,28% para 5,32% (em abril eram 5,83%). A BrasilTelecom GSM tem 2,33% (2,23% em outubro). A CTBC Telecom Celular tem 0,46% do mercado, enquanto a Sercomtel Celular tem 0,10%.
GSM em 49,83% dos celulares
A tecnologia GSM continua em expansão e na liderança do mercado, com 41.037.976 acessos, ou 49,83% do total. No encerramento de 2004 os terminais GSM eram 22.423.004 (34,18% do total).
A tecnologia CDMA tem 23.238.194 (28,22%) e a TDMA, 17.936.984 (21,78%).
A Tecnologia analógica AMPS possui apenas 138.490 acessos - 0,17% do total de celulares do País.
Teledensidade estável
Em novembro, a cada 100 brasileiros, 44,55 tinham telefone celular, informa o relatório da (Anatel). O dado de teledensidade se manteve estável em relação à média de 44 celulares para cada 100 brasileiros em outubro. Em dezembro de 2004, a média era de 36,63 celulares para cada 100 habitantes (21,62% menor).
O Distrito Federal (DF) mantém a dianteira entre as 27 unidades da federação, apesar de uma correção nos dados ter reduzido em 6,67% a sua teledensidade, que caiu de 119,69 (outubro) para 111,71 em novembro. A queda se deve à interpretação do sistema, que incluía anteriormente dados de Goiás.
Goiás é agora o quinto colocado em teledensidade, com índice de 53,1. Em outubro a média era de 48,79.
À sua frente encontram-se apenas o Rio Grande do Sul, que tem a segunda melhor densidade (índice de 62,84), seguido do Rio de Janeiro (60,30), que vem acompanhado de muito perto pelo Mato Grosso do Sul (59,78).
O Piauí mantém o maior crescimento da teledensidade em 2005. O Estado registra avanço de 43,75% este ano. O segundo maior crescimento no indicador é da Paraíba - 38,74% (densidade de 29,43); seguida da Bahia - 37,58% (índice de 26,76); Rio Grande do Norte - 37,44% (índice de 37,33).
A recuperação da densidade na Região Nordeste - que era de 21,32 em 2004 e chegou a 28,95 em novembro - é resultante da manutenção do bom desempenho em todos seus Estados. O crescimento é de 35,79% em 11 meses - recorde entre as cinco regiões do País. Apesar disso, o Nordeste detém a menor densidade registrada nas regiões brasileiras.
Centro Oeste registra o segundo maior crescimento (21,35%) da teledensidade entre as regiões, com o maior índice regional (64,45). O Sul é a terceira região em crescimento do indicador (19,13%), com índice de 54,81, o segundo maior entre as regiões.
Ao crescer 18,31%, o Sudeste (índice de 50,14, o terceiro maior) deixou para o Norte (índice de 32,36, superior apenas ao do Nordeste) o menor crescimento do ano (17,93%).
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