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21 de setembro de 2009
telecom
Mobilidade

Saiba como entrar no mundo sem fio

Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!

Publicada em 11 de novembro de 2005 às 07h00
Atualizada em 03 de março de 2006 às 12h26

Entrar no mundo da mobilidade é menos complicado do que parece. Muitos dispositivos no mercado já vêm com os recursos para fazer conexões wireless.

wireless_selo_01_entradaEntrar no mundo da mobilidade é menos complicado do que pode parecer. Muitos dispositivos disponíveis no mercado já vêm com os recursos necessários para fazer conexões a redes sem fio (Wi-Fi) embutidos. É o caso da maioria dos PDAs e notebooks e de alguns smartphones.

Mas também é possível adaptar equipamentos mais antigos ou que não vêm com estes recursos de fábrica para o mundo da mobilidade.

Para isso são necessários dispositivos de conexão como os roteadores, também conhecidos como pontos de acesso (access points), e adaptadores PCI, PCMCIA ou USB.

Normalmente conectados a um computador, os pontos de acesso funcionam como uma ponte entre o mundo cabeado e o sem fio. São eles que permitem distribuir a conexão a internet em banda larga para outros equipamentos.

Para acessar a rede sem fio a partir de um notebook, é preciso equipá-lo com um cartão PCMCIA (interno) e para o desktop é necessário um adaptador PCI (também interno). Em ambos, também é possível utilizar adaptadores USB.

Para instalar os dois primeiros, é necessário abrir o equipamento para conectá-los à placa. Já os adaptadores USB são mais práticos de conectar, já que a porta é externa, mas requerem mais atenção. Por ficarem expostos, estão vulneráveis a possíveis furtos.

Esses dispositivos trazem instruções de configuração e podem ser encontrados em lojas de informática, varejos e sites de comércio eletrônico.

O preço dos pontos de acesso varia bastante, mas é possível encontrar modelos a partir de 400 reais. No caso dos adaptadores, há produtos com preço inicial de 200 reais, mas também há ampla variação de preços.

Tanto para pontos de acesso quanto para adaptadores, os modelos baseados no padrão de comunicação 802.11g são mais caros, mas também mais rápidos – a velocidade de transmissão dos dados é de 54 Mbps (megabits por segundo).

Equipamentos nesta especificação se comunicam com os do padrão 802.11b, mais baratos, porém um pouco menos velozes: operam a 11 Mbps.

Tanto o padrão g quanto o b são compatíveis com a maioria dos hotspots públicos e também conversam entre si, pois operam na mesma freqüência.

wireless_selo_02_saídaJá o padrão 802.11a, que também tem velocidade de 54 Mbps, é menos difundido e não conversa com os dois anteriores porque opera em outra freqüência, por isso é mais difícil encontrar dispositivos nesta especificação no mercado.



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