Segurança

Dados de contas bancárias valem até US$ 850 para o cibercrime

Daniela Braun, para o IDG Now!
20 de abril - 19h27 - Atualizada em 20 de abril - 19h48
Números de cartões de crédito e de contas bancárias representaram 38% dos dados vendidos por criminosos virtuais em 2009, informa Symantec.

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Dados de cartões de crédito, de contas bancárias e de e-mail roubados na rede por meio de golpes e invasões são os itens mais valiosos no mundo do cibercrime, informa o 15º Relatório Symantec de Ameaças à Segurança na Internet (Internet Security Threat Report) divulgado nesta terça-feira (20/4). Na avaliação da Symantec, a crise econômica global não interferiu no crescimento geográfico e financeiro do cibercrime em 2009.

Os dados de cartões de crédito roubados por meio de invasões ou golpes online representaram 19% das informações comercializadas por uma média de 85 centavos de dólar a 30 dólares entre criminosos virtuais no ano passado - uma queda expressiva em relação aos 32% registrados em 2008.

Informações de contas bancárias, que podem valer de 15 dólares a 850 dólares no mercado negro, representaram 19% dos dados vendidos, em 2009, enquanto contas de e-mails, usadas para promover golpes, ficaram com 7% de participação neste setor, sendo avaliadas de 1 dólar a 20 dólares pelos criminosos virtuais.

De acordo com o estudo 74% das marcas utilizadas em ataques de phishing era do setor financeiro em 2009, uma ligeira queda em relação aos 79% registrados em 2008. Em segundo lugar, os alvos mais frequentes de golpes são empresas de provimento de acesso à internet (9%) e de varejo (6%).