5 golpes em detalhes para não perder dinheiro na internet
Por Network World/EUA
Publicada em 15 de março de 2010 às 07h15
Atualizada em 15 de março de 2010 às 14h20
FBI destaca os principais golpes virtuais que afligiram os residentes dos EUA durante o ano de 2009; aprenda com eles a se defender de arapucas.
Os golpes online continuam a ser uma das maiores praga da internet, revela um relatório sobre crimes digitais divulgado pelo FBI, a polícia federal americana, na sexta-feira (12/1). O resultado - que inclui os principais golpes de 2009 nos EUA, mas que se aplica aos internautas de todo o mundo - sugere que não há limites para a imaginação desses criminosos.
“Os números contidos no relatório indicam que os criminosos continuam a tirar proveito do anonimato proporcionado pela internet. Eles também têm desenvolvido métodos cada vez mais sofisticados de enganar consumidores. O crime na internet está evoluindo para formas com as quais nem poderíamos imaginar cinco anos atrás”, disse, no relatório, o diretor Donald Brackman, do Centro Nacional de Crimes de Colarinho Branco (NW3C).
O total anual de queixas de crime relatadas ao Centro de Queixas de Crimes na Internet (IC3), órgão resultante de parceria entre o FBI e o NW3C, aumentou 667,8% entre 2001 e 2009.
Local de origem
O IC3 também fez um levantamento do local de origem do fraudador, com base em informações fornecidas pela vítima, nos casos em que os dados eram disponíveis.
Segundo esse ranking, 65,4% dos fraudadores em ação nos Estados Unidos são residentes no próprio país; 9,9% são do Reino Unido, 8% da Nigéria, 2,6% do Canadá e 0,7% da Malásia.
De acordo com o FBI e o site do IC3, entre os golpes mais populares de 2009 estão o do atirador, o de consulta astrológica, os golpes econômicos, os de sites de empregos e os pop-ups maliciosos com propaganda de software antivírus falso.
Confira os detalhes de operação de cada um deles - e evite ser pego em armadilhas como essas.
1.Pop-up malicioso
Um dos golpes mais sujos envolve a exibição de anúncios pop-up maliciosos para software antivírus inócuo. As vítimas disseram ter sido expostas a anúncios que alertavam sobre a existência de vírus ameaçadores ou de algum conteúdo supostamente ilegal em seus PCs. Ao clicar nos pop-ups falsos, as vítimas estavam, sem saber, baixando código malicioso.
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