Segurança

Crise estimulou investimentos em segurança da informação no Brasil

Tatiana Americano, da CIO Brasil
28 de dezembro - 10h56 - Atualizada em 15 de março - 13h50
Pesquisa aponta que cerca de 27% dos executivos esperam que, em 2010, o orçamento dessa área tenha um aumento de até 10%.

A diversidade de tecnologias ao alcance dos usuários tem aumentado substancialmente as preocupações dos responsáveis pela segurança da informação nas corporações. No entanto, a sétima edição do estudo anual Global Information Security, conduzido pela Pricewaterhouse Coopers em parceria com as revistas CIO e CSO, aponta que a crise financeira internacional representou o item mais importante para as estratégias das organizações.

O levantamento, realizado com 7,3 mil executivos responsáveis pelas áreas de TI e negócios – dos quais 692 atuantes no Brasil – constatou que, no País, a maior parte dos profissionais (44%) aponta que a recessão na economia representou o fator que teve maior peso na decisão dos investimentos realizados em segurança da informação neste ano. Em segundo lugar, com 39% das respostas, aparece a questão da continuidade dos negócios e disaster recovery (recuperação de desastres).

Quanto às expectativas para o próximo ano, 27% dos profissionais brasileiros ouvidos pelo estudo esperam que o orçamento destinado à segurança da informação permaneça igual ao de 2009. A mesma porcentagem (27%) projeta que o valor deve ter um aumento de até 10% em relação ao e último ano e outros 28% dos consultados se mostraram mais otimistas. Entre esses últimos, 16% preveem um incremento de até 30% no budget e 12% projetam que os números tendem a exceder os 30%.


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