Segurança

iPhone e sites de busca são utilizados para aplicar golpes

Macworld/Reino Unido
30 de setembro - 08h31 - Atualizada em 30 de setembro - 09h39
Nova funcionalidade de MMS do celular da Apple, lançada no EUA, é usada por crackers para atrair internautas em páginas como o Google.

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Criminosos norte-americanos estão utilizando os sites de busca para oferecer links para sites falsos, tendo como isca os termos iPhone e MMS. Os crackers (piratas da Internet) pegam carona no fato de a operadora AT&T ter liberado recentemente o novo recurso de mensagens para os usuários do celular da Apple.

Em busca de informações sobre essa funcionalidade, os internautas vão até sites como o Google, digitam as palavras e são direcionados para páginas que incluem programas nocivos.

Uma vez nessas páginas, os visitantes recebem falsos alertas de contaminação do computador (o chamado scareware), com o objetivo de vender softwares de proteção. Quem acredita, paga por um programa que não protege o sistema.

De acordo com o gerente de pesquisas de segurança da Websense, Stephan Chenette,  seis dos primeiros sites que aparecem nas buscas feitas com os termos ‘iPhone’ e ‘SMS’ estão contaminados.

Quando o usuário acessa algum desses sites, ele é redirecionado para outro que lhe oferece um anúncio promocional para vender o falso antivírus. A propaganda, que muitas vezes aparece em uma janela pop-up, exibe alertas afirmando que o computador está infectado. A solução para o problema seria comprar o software de segurança – que não funciona – por preços que variam entre 30 e 50 dólares.

Chenette disse que é fácil para os criminosos virtuais manipularem os resultados exibidos nos sites de buscas. “Eles [crackers] possuem milhares de robôs espalhados na internet capazes de influenciar a ordem que os sites aparecem na lista das buscas”, destacou.