iPhone e sites de busca são utilizados para aplicar golpes
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Criminosos norte-americanos estão utilizando os sites de busca para
oferecer links para sites falsos, tendo como isca os termos iPhone e
MMS. Os crackers (piratas da Internet) pegam carona no fato de a
operadora AT&T ter liberado recentemente o novo recurso de
mensagens para os usuários do celular da Apple.
Em busca de informações sobre essa funcionalidade, os internautas vão até sites como o Google, digitam as palavras e são direcionados para páginas que incluem programas nocivos.
Uma vez nessas páginas, os visitantes recebem falsos alertas de contaminação do computador (o chamado scareware), com o objetivo de vender softwares de proteção. Quem acredita, paga por um programa que não protege o sistema.
De acordo com o gerente de pesquisas de segurança da Websense,
Stephan Chenette, seis dos primeiros sites que aparecem nas buscas
feitas com os termos ‘iPhone’ e ‘SMS’ estão contaminados.
Quando o usuário acessa algum desses sites, ele é redirecionado para
outro que lhe oferece um anúncio promocional para vender o falso
antivírus. A propaganda, que muitas vezes aparece em uma janela pop-up,
exibe alertas afirmando que o computador está infectado. A solução para
o problema seria comprar o software de segurança – que não funciona –
por preços que variam entre 30 e 50 dólares.
Chenette disse que é fácil para os criminosos virtuais manipularem os resultados exibidos nos sites de buscas. “Eles [crackers] possuem milhares de robôs espalhados na internet capazes de influenciar a ordem que os sites aparecem na lista das buscas”, destacou.


