Produtos de segurança da Microsoft classificam Skype como malware
Por IDG News Service/EUA
Publicada em 23 de abril de 2008 às 18h50
Atualizada em 23 de abril de 2008 às 18h57
São Francisco - Para corrigir o bug, Microsoft lançou atualização para três produtos de segurança. Usuários não precisam reinstalar Skype.
A Microsoft errou ao rotular o Skype como um adware malicioso na quarta-feira (22/04) nos seus produtos de segurança. A empresa corrigiu o problema com a atualização 1.31.9121.0.
As novas versões dos produtos de segurança da empresa confundiram o Skype com um adware chamado Win32/Vundo.gen!D.
O bug atinge as ferramentas Forefront Client Security, Windows Live OneCare e Windows Live OneCare Safety Scanner. O Windows Defender e a Malicious Software Removal Tool, que vêm com o Windows, não são vítimas da falha.
Os produtos de segurança da Microsoft não estavam removendo o Skype, mas o bloqueavam e impediam seu acesso. “Uma vez que as assinaturas estão atualizadas na máquina do usuário, o Skype vai rodar normalmente”, disse a agência de relações públicas da Microsoft.
Isto significa que os usuários não precisam instalar o software novamente, mas sim só atualizar a assinatura.
Especialistas de segurança chamam de “falso positivo” quando os produtos de segurança classificam softwares legítimos como malwares. Há dois anos, por exemplo, a Sophos considerou maliciosos arquivos do Mac OS X.
Os usuários podem baixar a atualização no site da Microsoft.
Compartilhe:
- DEL.ICIO.US
- GOOGLE BOOKMARKS
- TECHNORATI
- NETVIBES
- DIGG
CONTEÚDO RELACIONADO:
IDG NOW! BUSCA:
Links patrocinados
ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO IDG NOW!:
- 5 razões para ficar com o Windows XP
- Vendas do Snow Leopard superam em duas vezes a de seu antecessor
- Número de celulares habilitados no Brasil cresce 1,62% em agosto
- Camisetas para nerds são o suprassumo da moda geek
- Uma a cada cinco empresas nos EUA usa o Google Docs, diz IDC
- Presença de celulares em domicílios no Brasil cresce quase 5 vezes desde 2001
Celular zumbi
Celulares podem ser usados por novo código malicioso para ataques, alertam especialistas.
Da pescaria de senhas aos espiões de namoradas
Num mundo com mais de 6,8 bilhões de pessoas, quantas são hackers? Eis um clube exclusivo.
Links patrocinados






