Hackers usam nome de Hilary Clinton para disseminar cavalo-de-tróia
Por Computerworld / EUA
Publicada em 18 de fevereiro de 2008 às 12h20
Atualizada em 18 de fevereiro de 2008 às 13h14
Friedrichs disse, no ano passado, que a campanha eleitoral para presidência nos EUA em 2008 estimularia o aumento dos cibercrimes eleitorais – especialmente ataques de phishing. Mas isso ainda não aconteceu. Em 2004, dois casos foram registrados.
Friedrichs explica porque sua previsão não se consolidou: “A atenção que essa eleição desperta é tamanha que, se houver algo que a atrapalhe, certamente a justiça tomará providências bastante sérias”.
“Mas eles não têm medo de tirar proveito de tragédias”, ele acrescentou, citando os diversos ataques de roubo de identidade que usaram como isca o Furacão Katrina. “Talvez esteja cedo para tirar conclusões. Talvez vejamos mais golpes de phishing após o final das primárias.”
Muito dinheiro estará em jogo. A campanha do Senador Barack Obama levantou capital de 28 milhões de dólares online, em janeiro, de acordo com a imprensa norte-americana.
“É uma quantia significativa. Facilmente, qualquer senso de cautela (dos hackers) vai para os ares”, disse Friedrichs.
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