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20 de setembro de 2009
seguranca
Vírus

Hackers usam nome de Hilary Clinton para disseminar cavalo-de-tróia

Por Computerworld / EUA

Publicada em 18 de fevereiro de 2008 às 12h20
Atualizada em 18 de fevereiro de 2008 às 13h14

Framingham - Falso vídeo sobre a senadora instala vírus que transforma computadores com Windows em emissores de spams.

Os hackers devem ter avaliado as vantagens e desvantagens de usar o tema da campanha presidencial dos Estados Unidos como títulos de spams e, pelo que parece, concluíram que o risco não vale a possível recompensa, disse um analista de segurança da Symantec na sexta-feira (15/02).

“Até agora vimos apenas dois casos de spams usando nomes de candidatos para disseminarem códigos maliciosos na rede”, afirmou Oliver Friedrichs, diretor do time de segurança da Symantec e especialista em crime eleitoral. “Acho que eles (os hackers) ainda estão medrosos. A alta visibilidade das eleições federais os mantém cautelosos”.

No início da semana passada, analistas da Symantec e da McAfee registraram um spam que tentava convencer os internautas a fazerem o download de um vídeo da Senadora Hilary Clinton sendo baleada antes das eleições primárias na Virgínia. O vídeo, na verdade, é um vírus do tipo cavalo-de-tróia. “Hilary Clinton visitou o diretório do partido na Virgínia e deu entrevistas por satélite, falando sobre as três disputas da Super Terça e a importância de vencer em Ohio no 4/05”, informa o falso vídeo. “Para fazer o download do vídeo, clique aqui!”.

Quem clicava no link se deparava com um arquivo “mpg.exe” anexado, que baixava um cavalo-de-tróia “Srizbi” – praga que tranforma PCs que rodam Windows em emissores de spams.

Outro exemplo do que pode ser chamado de “cibercrime eleitoral” foi um spam enviado em outubro de 2007 que promovia o político Ron Paul (do Texas) e sua campanha para indicação ao Partido Republicano.

Um analista da McAfee, Alex Hinchliffe, explicou as diferenças entre o spam com o nome de Hilary Clinton e a “Rede de Negócios Russa”, famosos hacker e praga que hospedam uma rede baseada em São Petesburgo, na Rússia.

Gregg Keizer, editor do Computerworld, de Framingham

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