Google remove sites com malwares de seus resultados de busca
Por Computerworld/EUA
Publicada em 29 de novembro de 2007 às 18h38
Atualizada em 29 de novembro de 2007 às 18h52
Framingham - Sites com malwares que utilizaram táticas ilícitas para aparecer em resultados de busca do Google sumiram, dizem pesquisadores.
O Google removeu a lista de milhares de sites com malwares que apreciam no topo dos resultados de busca, segundo a confirmação de pesquisadores nesta quinta-feira (29/11).
“Eles desapareceram”, afirma Alex Eckelberry, Chief Executive Officer (CEO) da Sunbelt Software Distribution. A Sunbelt foi a responsável por revelar a campanha de crackers para espalhar malwares nos resultados do Google, Yahoo e Microsoft Live Search.
“O Google confirmou ontem (quarta-feira) que trabalharia no caso, e eles são bons em fiscalizar as coisas”, confirma Eckelberry.
Ironicamente, o Google não confirmou ou negou que apagou a lista com mais de 40 mil sites com malwares, ou mesmo que a lista existiu. “Em nossas buscas, tentamos alertar os usuários sobre sites perigosos quando temos conhecimento deles. Sites que exploram falhas de browsers, com cavalos-de-tróia, rootkits estão violando as políticas do Google e serão removidos da base de dados”, afirmou um porta-voz do Google na quarta-feira (28/11).
Segundo Thomas, o grupo que criou e manteve os sites com malwares, aumentou o ranking desses sites mandando spams para blogs e sessões de comentários com seus links.
A Microsoft, por enquanto, só diz estar a par do caso. “Sabemos dos problemas e estamos trabalhando para melhorar a situação”, afirma Justin Osmer, diretor de produtos para Live Search.
O Yahoo não se pronunciou sobre o assunto.
“Eles desapareceram”, afirma Alex Eckelberry, Chief Executive Officer (CEO) da Sunbelt Software Distribution. A Sunbelt foi a responsável por revelar a campanha de crackers para espalhar malwares nos resultados do Google, Yahoo e Microsoft Live Search.
“O Google confirmou ontem (quarta-feira) que trabalharia no caso, e eles são bons em fiscalizar as coisas”, confirma Eckelberry.
Ironicamente, o Google não confirmou ou negou que apagou a lista com mais de 40 mil sites com malwares, ou mesmo que a lista existiu. “Em nossas buscas, tentamos alertar os usuários sobre sites perigosos quando temos conhecimento deles. Sites que exploram falhas de browsers, com cavalos-de-tróia, rootkits estão violando as políticas do Google e serão removidos da base de dados”, afirmou um porta-voz do Google na quarta-feira (28/11).
Segundo Thomas, o grupo que criou e manteve os sites com malwares, aumentou o ranking desses sites mandando spams para blogs e sessões de comentários com seus links.
A Microsoft, por enquanto, só diz estar a par do caso. “Sabemos dos problemas e estamos trabalhando para melhorar a situação”, afirma Justin Osmer, diretor de produtos para Live Search.
O Yahoo não se pronunciou sobre o assunto.
Gregg Keizer, editor do Computerworld, de Framingham.
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