Google propõe padrão internacional para política de privacidade
Por Jeremy Kirk/Reino Unido
Publicada em 14 de setembro de 2007 às 11h59
Atualizada em 14 de setembro de 2007 às 12h51
Londres - Objetivo é que governos e empresas de tecnologia aumentem o diálogo sobre o tema, promovendo esforço coletivo para um padrão.
O Google vai propor nesta sexta-feira (14/09) que governos e empresas de tecnologia criem uma política transnacional de privacidade para endereçar as crescentes preocupações sobre a forma como os dados pessoais são tratados na internet.
O advogado de privacidade global do Google, Peter Fleischer, fará a proposta no encontro de Organização Cultural, Científica e Educacional das Nações Unidas em Strasbourg, endereçando a intersecção da tecnologia com os direitos humanos.
A apresentação de 30 minutos de Fleischer vai defender que órgãos reguladores, organizações internacionais e companhias privadas aumentem o diálogo sobre privacidade para criar um padrão único.
Segundo um porta-voz do Google em Londres, o padrão deve ser um esforço colaborativo.
Ele apontou que outras organizações fizeram progresso em padrões de privacidade, citando como exemplo a Asia-Pacific Economic Cooperation (APEC), que criou um modelo de privacidade de nove pontos para ajudar os países na elaboração de políticas.
Contudo, o modelo foi criticado por ser gabo e apenas parcialmente implementado por membros da APEC, expôs o analista da consultoria Ovum, David Bradshaw.
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