Urnas eletrônicas usadas em eleições nos EUA são vulneráveis a vírus
Por Summer Lemon, para o IDG Now!*
Publicada em 03 de agosto de 2007 às 11h26
Atualizada em 03 de agosto de 2007 às 11h59
Cingapura – Uma das vulnerabilidades permite que atacante espalhe código malicioso para alterar resultado das eleições, revela relatório.
As máquinas de votação Diebold Election Systems não são seguras o suficientes para garantir uma eleição confiável, revelou a análise "Source Code Review of the Diebold Voting System”, nesta sexta-feira (03/08), já que um cracker com acesso a uma única máquina poderia mudar o resultado de uma eleição inteira.
O autor do relatório é o professor de ciências da computação da Universidade da Califórnia, David Wagner. A análise é feita pela Secretaria de Estado da Califórnia de dois em dois meses para analisar sistemas de votação certificados para uso na Califórnia.
A avaliação do código revelou que o ataque poderia ser feito por uma única pessoa, com acesso a uma máquina de votação, e códigos maliciosos poderiam se espalhar aos servidores de todas as áreas de votação do Estado.
Há quatro vulnerabilidades principais no software do Diebold, revela o estudo: algumas que permitem que um cracker instale malwares nas máquinas, uma que impede que a votação seja secreta, poucos controles para que os funcionários da eleição se ocupem com as cédulas e resultados, além da suscetibilidade a vírus que permitiriam influenciar os resultados.
Série Segurança Digital:
> Diário de um vítima online
> Entenda o que são worms e vírus e proteja-se
> Aprenda a identificar um phishing
> Descubra como ignorar os spams
> Feche a guarda aos cavalos-de-tróia
> Saiba como desmascarar os rootkits
> Proteja-se dos softwares espiões
A análise ainda alertou que os antivírus comerciais não oferecem proteção adequada às máquinas de votação. “Eles não foram desenvolvidos para detectar códigos voltados a equipamentos e softwares de votação”, diz o relatório.
Além disso, a análise deixou claro que estas máquinas não foram desenvolvidas tendo a segurança como prioridade. "Por esta razão, a maneira mais segura de corrigir as urnas é refazê-las do zero tendo em mente a preocupação com segurança", afirma o documento.
Compartilhe:
- DEL.ICIO.US
- GOOGLE BOOKMARKS
- TECHNORATI
- NETVIBES
- DIGG
CONTEÚDO RELACIONADO:
IDG NOW! BUSCA:
Links patrocinados
ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO IDG NOW!:
- Internautas ativos no Brasil chegam a 37,2 milhões e batem novo recorde
- Europa revela e-mails que mostram benefícios dados pela Intel contra AMD
- IAB publica manual para ajudar a conduzir investimentos em vídeos online
- Microsoft apresenta ferramenta para medir sucesso de anúncios no Bing
- Jovens entre 20 e 25 anos são os que mais publicam dados pessoais online
- Senac abre competição de desenvolvimento de games para PCs
Celular zumbi
Celulares podem ser usados por novo código malicioso para ataques, alertam especialistas.
Da pescaria de senhas aos espiões de namoradas
Num mundo com mais de 6,8 bilhões de pessoas, quantas são hackers? Eis um clube exclusivo.
Links patrocinados

Blog dos Blogs
Como medir as mídias sociais?




