Descubra como ignorar os e-mails não solicitados, os spams
Por Lygia de Luca , repórter do IDG Now!
Publicada em 25 de junho de 2007 às 07h00
Atualizada em 26 de junho de 2007 às 19h14
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O termo surgiu em seguida, em referência a uma cena do grupo de comediantes ingleses, Monty Python, em que vikings estão em uma lanchonete onde todos os pratos possuem um famoso presunto condimentado enlatado norte-americano, o SPAM®. Os vikings começam a cantar, repetindo incomodamente a palavra “spam”.
Identifique
O cardápio de temas abordados em spams é diverso: correntes para ajudar pessoas doentes, mensagens de instituições financeiras, pornografia, difamação, promoções e vendas de produtos. Este último é o mais recorrente no Brasil.
“São muito comuns os spams que vendem remédios e, principalmente, o Viagra”, explica Godinho, que dá uma dica básica para reconhecer a farsa, por mais convincente que seja. “O nome da pessoa não aparece na lista de enviados em 99% dos spams.”
Atenção para o assunto do e-mail, que costuma ser suspeito. Os spammers usam truques, como transformar palavras (“Viagra” vira “Vi@gra”), para driblar as ferramentas de proteção. Abordagem vaga, como “Informação que você pediu”, também é típica.
Na mensagem em si, geralmente o destinatário é tratado genericamente, como “amigo”.
Atualmente, o spam de imagem é a técnica mais utilizada para que os filtros anti-spam não bloqueiem a mensagem. A dica é desconfiar de ofertas inseridas em arquivos .jpg ou com outras extensões relacionadas a imagem.
Outra observação importante: o botão “Remover” está disponível como opção para sair da lista de divulgação. Mas com isto, você só confirmará ao spammer que seu e-mail é ativo e, provavelmente, receberá o dobro de mensagens no dia seguinte.
Efeitos Colaterais
Os e-mails enviados em massa não são inofensivos. Mesmo que o usuário não caia na armadilha, as mensagens causam problemas em casa e nas empresas.
“Para todos, a principal consequência é a queda de produtividade”, informa Godinho. “Os spams exigem tempo de leitura para sua identificação e exclusão”. Esta simples necessidade, que consome poucos segundos, se somada à quantidade de e-mails recebidos, custa dinheiro. No caso de empresas, o tempo pago aos funcionários para trabalhar é perdido com este processo.
Os e-mails também podem afetar o desempenho das redes e impedir o recebimento de novas mensagens ao congestionarem as caixas postais, atrapalhando a rotina da empresa. Embora mais raros, alguns ainda trazem consigo malwares que comprometem a segurança do usuário.
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