Aprenda a identificar um phishing e não caia mais neste golpe
Por Lygia de Luca , repórter do IDG Now!
Publicada em 18 de junho de 2007 às 07h00
Atualizada em 13 de abril de 2008 às 09h44
São Paulo - Saiba como identificar o conto do vigário virtual e impedir que dados sensíveis, como senhas bancárias, sejam roubados.
Um e-mail que surge repentinamente na caixa de entrada, de um remetente desconhecido, com um endereço eletrônico sem sentido e uma mensagem duvidosa. Esta é a descrição de um phishing.
Golpes que se aproveitam do infinito mar de possibilidades chamado internet, os phishings, literalmente pescam dados de usuários desatentos, que caem no conto do vigário virtual.
A pesca, neste caso, é sinônimo de roubo. Os crackers, através de e-mails, persuadem o internauta a acreditar que ganhou viagens, prêmios ou que precisa recadastrar senhas para não perder contas.
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Diferente de outros golpes, os phishings não trazem anexos. Do e-mail, o usuário é levado a clicar em um link. O objetivo do cracker é um só: roubar informações pessoais do usuário e utilizá-las ilegalmente.
História de pescador
Inspirado no inglês “fish”, que significa pescar, a prática ilegal compete aos crackers a mesma função dos pescadores, que jogam a isca para conseguir o máximo de peixes.
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A forma original de “hackear” informações, o “phreaking”, foi criada por John Draper em 1970, com o Blue Box, dispositivo que “hackeava” sistemas de telefonia. A prática ficou conhecida como “Phone Phreaking”.
Transferida para a internet, a modalidade de golpe recebeu o batismo “phish” em 1996, por um grupo de hackers, o alt.2600. A inspiração veio do roubo de contas e scams de senhas de usuários da America Online. As contas com informações roubadas foram apelidadas de “phish”. O termo, um ano depois, já constava no dicionário de linguagem cracker.
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