UE questiona privacidade de europeus que realizam buscas pelo Google
Por Paul Meller, para o IDG Now!*
Publicada em 25 de maio de 2007 às 11h56
Atualizada em 25 de maio de 2007 às 14h53
Bruxelas - Em conferência, empresa teve que justificar o armazenamento dos dados de busca dos usuários, feito por questões de segurança.
Autoridades de proteção de dados de 27 países europeus consideram que o Google mantém as buscas dos usuários armazenadas por tempo demais. Em uma conferência ocorrida nesta quinta-feira (24/05), o Google explicou que guarda os dados por questões de segurança.
Em Amsterdã, a conferência aconteceu uma semana após autoridades de proteção de dados da Europa escreverem ao Google, preocupados que a empresa quebre as leis da Europa por salvar muitos detalhes sobre as buscas de seus cidadãos.
O grupo, composto por representantes de todos os estados da União Européia, se juntou em um comitê para pedir que a empresa justifique a necessidade de guardar os dados por dois anos.
O Google preencheu um documento especificando seus procedimentos. A Justiça Européia declarou nesta sexta-feira (25/05) que o documento do buscador tem informações “legítimas”.
O supervisor da European Data Protection, Peter Hustinx, acredita nos esforços do Google em respeitar a privacidade dos europeus.
O chefe de privacidade do Google, Peter Fleischer, justificou o funcionamento da função de busca pessoal do Google, afirmando que usuários têm a opção de fazer uma pesquisa mais refinada, utilizando identidade e senha para login. Ele declarou que as buscas personalizadas respeitam preceitos de privacidade.
A empresa armazena informações de todas as buscas, tanto as normais quanto personalizadas. Mas, no caso da primeira, não é possível relacionar os dados a um indivíduo.
Em Amsterdã, a conferência aconteceu uma semana após autoridades de proteção de dados da Europa escreverem ao Google, preocupados que a empresa quebre as leis da Europa por salvar muitos detalhes sobre as buscas de seus cidadãos.
O grupo, composto por representantes de todos os estados da União Européia, se juntou em um comitê para pedir que a empresa justifique a necessidade de guardar os dados por dois anos.
O Google preencheu um documento especificando seus procedimentos. A Justiça Européia declarou nesta sexta-feira (25/05) que o documento do buscador tem informações “legítimas”.
O supervisor da European Data Protection, Peter Hustinx, acredita nos esforços do Google em respeitar a privacidade dos europeus.
O chefe de privacidade do Google, Peter Fleischer, justificou o funcionamento da função de busca pessoal do Google, afirmando que usuários têm a opção de fazer uma pesquisa mais refinada, utilizando identidade e senha para login. Ele declarou que as buscas personalizadas respeitam preceitos de privacidade.
A empresa armazena informações de todas as buscas, tanto as normais quanto personalizadas. Mas, no caso da primeira, não é possível relacionar os dados a um indivíduo.
*Paul Meller é editor do IDG News Service em Bruxelas
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