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01 de julho de 2009
seguranca
Ataques e Ameaças

Malware para Skype transfere infecção para redes de ICQ e MSN

Por Robert McMillan, para o IDG Now!*

Publicada em 24 de maio de 2007 às 17h57
Atualizada em 24 de maio de 2007 às 18h11

São Francisco - Infecção originalmente voltada apenas para Skype se transfere para outros comunicadores no PC da vítima, alerta pesquisador.

Uma nova variante do worm Stration, que vinha atormentando usuários do Windows desde 2006, conseguiu se transferir para as redes dos aplicativos ICQ e MSN Messenger.

A variante mais recente apareceu no começo da semana, de acordo com Chris Boyd, pesquisador na FaceTime Communications, que tem um blog sob o pseudônimo de Paperghots.

"Eles estão usando Skype como uma plataforma de transferência para redes mais estáveis", afirmou Boyd. "A infecção procurará por outros mensageiros instantâneos que estão no PC e tentará se enviar por uma mensagem infectada assim como já fazia por salas de chat no Skype".

Para que um micro seja infectado, um usuário precisa clicar sobre um link e concordar em baixar um arquivo executável. Em uma amostra analisada por Boyd, o link malicioso é listado abaixo de uma mensagem instantânea que diz "Veja isto. Me dê sua opinião" (em tradução livre do inglês).

Uma vez instalado, o worm começará gradualmente a enviar mensagens para contatos das vítimas, afirmou Boyd.

Worms em mensagens instantâneas se infestaram de rede em rede no passado, mas esta é a primeira vez que uma praga se transfere do Skype para outra rede.

"É um sistema estranho para fazer, já que estes caras chegam com o pé na porta (na rede do Skype)", relatou. "E nós pensando que eles focariam todas as energias em explorar o Skype".

O Stration não passa por uma infecção em massa e é considerado ser um malware de baixo risco, mas está se mostrando uma praga difícil de lutar para alguns fabricantes de segurança.

Pelo último ano, a praga se transformou em centenas de variantes e companhias de antivírus assumiram estar com problemas de rastrear muitas de suas versões.

Ninguém sabe quem está por trás do worm, mas os domínios que hospedam o código malicioso são registrados por uma companhia chinesa de internet, afirmou Boyd.

*Robert McMillan é editor do IDG News Service, em São Francisco

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1 comentário(s)
Segurança
Laura June - 25 Mai 2007, 09h01

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