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08 de julho de 2009
seguranca
Ataques e Ameaças

Conheça extensões de arquivo perigosas e evite baixá-las na internet

Por Lygia de Luca , repórter do IDG Now!

Publicada em 25 de maio de 2007 às 19h30
Atualizada em 25 de maio de 2007 às 19h59

São Paulo - A maioria dos códigos maliciosos é espalhado através de phishings. Evitar ameaças digitais exige apenas atenção do usuário.

Reportagem feita a partir de dúvida de leitor; saiba mais

formato-virus_88Cuidado. Se você receber um e-mail com arquivos de extensões .cmd, .bat, .scr ou .exe, pense duas vezes antes de abri-los. Você pode estar muito próximo de um código malicioso que, se aberto, será instalado no seu computador.

De acordo com especialistas de segurança, os arquivos acima são os mais usados por crackers para infectar sua máquina. Eles são propagados através de phishings, e-mails que se aproveitam de situações atuais, como promoções de telefonia, para espalhar textos seguidos por um link.

Ao invés de anexar arquivos suspeitos, que os servidores de e-mail bloqueiam, os phishings direcionam o usuário a um site onde o vírus é baixado.

A maioria dos arquivos disponíveis para download nos sites possuem as extensões .cmd, .bat, .scr ou .exe.

No caso das duas primeiras (.cmd e .bat), o usuário executa scripts conhecidos como arquivos batch. A principal propriedade destes tipos de arquivos é automatizar tarefas. Eles permitem que o cracker roube dados do usuário.

A extensão .scr se refere a protetores de tela, o que facilmente confunde o usuário e o leva a confiar no download do arquivo. O vírus é ativado assim que a proteção de tela é executada no computador.

A mais reconhecida entre as extensões - e ainda disseminada -, é a .exe. Apesar de saber o perigo óbvio de arquivos executáveis, quando convencido, o usuário não dá atenção à extensão do anexo que está baixando.

Um pouco mais raro é o uso da extensão .url, que é um arquivo de atalho para uma página da internet e não é bloqueado pelos servidores.

Os arquivos citados são, em sua maioria, cavalos-de-tróia e keyloggers. O primeiro abre a máquina para o atacante. O segundo identifica e grava tudo que é digitado, para posteriormente enviar os dados para o criminoso mal intencionado.


OPINIÃO DO LEITOR Clique para comentar
1 comentário(s)
Todo cuidado é pouco
Joaquim - 26 Mai 2007, 11h51

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