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04 de julho de 2009
seguranca
Vírus

Estudo: 43% dos sites de downloads instalam programas maliciosos

Por Redação do IDG Now!

Publicada em 12 de dezembro de 2006 às 11h17
Atualizada em 12 de dezembro de 2006 às 11h40

São Paulo - Avaliação de 98 sites de download encomendada pela Microsoft revela que 17% dos usuários destes serviços estão mais vulneráveis.

De acordo com uma avaliação feita pelo laboratório de tecnologia da consultoria IDC com 98 sites de downloads de arquivos gratuitos ou a preços acessíveis, 43% carregam programas maliciosos como vírus e cavalos-de-tróia.

A pesquisa encomendada pela Microsoft e publicada em outubro, nos Estados Unidos, informa que 73% dos softwares piratas disponíveis na Internet contêm vírus e ainda declara que estes usuários estão 17% mais suscetíveis a ter seus computadores infectados por programas maliciosos.

Entre os sites que oferecem download de chaves de ativação, softwares piratas e ferramentas para quebrar códigos de produtos como o Windows XP e o pacote Office de produtividade da Microsoft instalam programas maliciosos ou indesejados na máquina do usuário. O mesmo foi verificado em 59% das ferramentas de geração de chaves de ativação e de quebra de códigos e, redes de compartilhamento de arquivos (P2P).

O estudo realizado em agosto foi feito em três laptops rodando o software VMware 5.5.1, com o sistema operacional Windows XP (SP2) completo e o browser Internet Explorer 6.02. Os softwares anti-malware usados foram o McAfee VirusScan Enterprise 8.0i e o eTrust Antivirus r8 para Windows, da Computer Associates.

Do total de 116 arquivos baixados pelos pesquisadores, 13 (11%) continham códigos maliciosos ou sistemas indesejados. Dos 94 softwares obtidos em redes P2P, 55 deles (59%) continham as mesmas características.

O estudo avaliou dados coletados pela Microsoft sobre a oferta de softwares piratas em CD e informa que 25% dos CDs com cópias ilegais não funcionam e mais de 33% possuem chaves de liberação roubadas.

Prejuízos

Pelas estimativas da IDC, uma empresa desembolsa, em média, 10.617 dólares por incidente relacionado a acesso não-autorizado à rede, 7.903 dólares por infecção da rede por vírus e 21.500 dólares se for vítima de roubo de informações.

A estimativa se baseou na pesquisa anual  "Crimes de Computador e Segurança" - feita em 2006 pelo CSI e pelo FBI com 616 profissionais de segurança de dados em empresas norte-americanas.

O estudo revelou que 65% das empresas entrevistadas foram vítimas de ataques de vírus, 32% de acesso não-autorizado à rede, 15% de invasão e 9% de roubo de informações confidenciais.


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