Symantec critica debate sobre segurança do Windows Vista

Michael Crawford, do Computerworld/Austrália
25 de setembro - 11h00 - Atualizada em 25 de setembro - 13h30
Sydney - O vice-presidente da Symantec, David Sykes, jogou um balde de água fria nas críticas sobre segurança do Windows Vista.

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O vice-presidente da Symantec, David Sykes, jogou um balde de água fria no debate sobre segurança do Windows Vista. A discussão surgiu na semana passada, apontando a vulnerabilidade como principal motivo de o sistema operacional não ter sido lançado ainda.

O debate gira em torno dos prós e contras das características de segurança do Vista e de sua integração com parte dos produtos de proteção.

Antes neste mês, o porta-voz da União Européia, Jonathan Todd, alertou que o mercado poderia estar ameaçado se a Microsoft não permitisse às companhias de segurança a chance de competição.

A questão se originou da inclusão do PacthGuard no Windows Vista, designado a prevenir códigos como rootkits.

A Microsoft aponta o PatchGuard simplesmente como uma tentativa de prevenir o mau uso do kernel. No entanto, muitos fabricantes de segurança anunciaram que será mais difícil proteger o sistema contra códigos maliciosos.

Sykes criticou especulações a respeito da conexão de programas de segurança com o Vista. Segundo o vice-presidente da Symantec, não dá para saber ainda quais serão as dificuldades de integração com o sistema.

“Estou reticente para comentar sobre o que está acontecendo com o Vista, mas a questão fundamental é que a Microsoft está fazendo um trabalho fantástico para reduzir as vulnerabilidades em seu sistema operacional”, disse Sykes.

Para Sykes, “a segurança não deve ser guiada e resolvida apenas por um lado. Para adquirir proteção é necessário que muitos trabalhem juntos, em grupo”

“Se você recorrer ao relatório de ameaças de internet da Symantec (Symantec Internet Threat Report), verá que o sistema da Microsoft é altamente vulnerável e qualquer atitude para reverter esta situação é boa", disse Sykes.