Vereadores de São Paulo adotam tablets; custo pode superar R$ 200 mil por ano
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A Câmara Municipal de São Paulo volta ao trabalho nesta quarta (1/2) com uma novidade: os 55 vereadores pretendem deixar de lado os documentos em papel e usar tablets, o equipamento eletrônico da moda.
Segundo o presidente da Câmara, vereador José Police Neto, a medida faz parte dos esforços para criar “um ambiente de transparência na CMSP, já que a migração dos processos para os meios digitais facilitará principalmente a consulta popular”.
"No momento em que ocorre a migração para a área digital, a sociedade inteira poderá acompanhar simultaneamente o encaminhamento dos projetos. Ao tirar o papel, você dá transparência ao processo. Este é o principal avanço", afirmou Police Neto, no site da Câmara.
Ele também afirma que a medida representará uma "redução drástica" na quantidade de papel utilizado no plenário, contribuirá com a preservação do meio-ambiente e reduzirá os custos da Câmara em cerca de 90 mil reais por ano.
O contrato com a Claro estabelece um gasto mensal de 174 reais por aparelho utilizado (número que pode chegar a até 102 tablets).
Inicialmente, serão adotados “apenas” 55 equipamentos (a assessoria da Câmara chegou a divulgar que seriam 60, com cinco aparelhos para os técnicos, mas corrigiu depois a informação, dizendo que ainda não há previsão de solicitação dessas outras máquinas), o que leva o valor inicial para mais de 115 mil reais por ano. Vale lembrar que, se todos os equipamentos previstos no contrato forem utilizados, o valor supera a casa dos 200 mil reais por ano.
Os vereadores receberão um Samsung Galaxy Tab 10.1, com sistema operacional Android 3.1 "ou mais atual", com acesso à Internet via 3G e direito a 200 mensagens de SMS por mês.
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